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As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

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Dom | 11.11.18

Varfarina, varfine e outros mata-ratos

Medicinas Alternativas
 

Varfarina é um anticoagulante muito comum, usado para afinar o sangue. Se por um lado ele cumpre o que promete, por outro, provoca muitos danos colaterais. Um deles é o aumento do seu risco de morte por derrame. É isso mesmo!

Os pesquisadores recrutaram 258 pessoas que tinham sido acometidas por hemorragias cerebrais. As que tomavam Varfarina sofreram mais sangramentos, em comparação com os pacientes que não faziam uso do medicamento. Como você pode imaginar, este risco aumentado para sangramento significa maior risco de morte!

Varfarina: um anticoagulante com muito mais riscos

Infelizmente, a ameaça aumentada de hemorragia é apenas a mais nova adição a uma extensa lista dos riscos da Varfarina.

Ela também envenena e mata a vitamina K no seu corpo. Com o passar do tempo, a falta quase total de vitamina K irá (não “pode”, certamente irá!) causar osteoporose, calcificação arterial, mau funcionamento cognitivo e muitos outros problemas.

Há uma alternativa muito boa para à Varfarina que vem sendo usado há anos com grande sucesso: o óleo de peixe. Ele realmente funciona, pois torna as plaquetas escorregadias. Assim, elas não se aglomeram facilmente e não formam os perigosos coágulos.

Claro, o excesso de óleo de peixe até poderia causar o mesmo aumento do risco de hemorragia cerebral da VarfarinaMas para que isso acontecesse, você precisaria tomar 20 cápsulas por dia!

 

NOTA:

A alimentação vegetariana e/ou vegana ajuda a evitar os derrames!

Tenha atenção às emoções fortes como medo(s), raiva/fúria/ira, a tristeza/melancolia por longos períodos, mágoa/ressentimento e frustração/preocupação execessiva.

 

Fontes:

Dr. Rondó

Saúde Curiosa

https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/cuidado-anticoagulantes-podem-causar-107033

 

Dom | 11.11.18

O mar como fonte

Medicinas Alternativas
 

Cientista apresenta potencialidades das espécies oceânicas no combate ao cancro em palestra sobre biodiversidade marinha !

 

Ambiente de alta diversidade e propício à produção de compostos naturais, o mar tem sido fonte de novas substâncias e microrganismos contra os tumores descobertos pela equipa de Letícia Veras Costa-Lotufo, do Departamento de Fisiologia e Farmacologia da Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza (Brasil).

A cientista apresentou as potencialidades das espécies oceânicas no combate ao cancro durante um workshop sobre biodiversidade marinha: avanços recentes em bioprospecção, biogeografia e filogeografia, realizado pelo Programa Biota-Fapesp nos dias 9 e 10 de Setembro.

«No ambiente marinho, há pressões ecológicas que favorecem a defesa através da produção de substâncias», disse Letícia, explicando que essas moléculas são produzidas pelo chamado metabolismo secundário de animais e vegetais marinhos.

O grande número de predadores e a acirrada competição por espaço são algumas ameaças presentes no mundo marinho. Tais adversidades fazem com que esses seres desenvolvam um metabolismo secundário muito eficiente, o que os torna capazes de se defender quimicamente, segundo Letícia.

Como resultado, as espécies marinhas formam uma grande fábrica de moléculas complexas e que apresentam mecanismos de acção inéditos e de interesse científico.

Mar é fonte de compostos com potencial para tratar tumores

Letícia ressalta que essa complexidade adiou as descobertas de substâncias marinhas, sendo que as pesquisas na área intensificaram-se somente a partir da década de 1950, quando surgiram as primeiras técnicas de estudo.

«A nossa fronteira mais recente são os microrganismos marinhos. Um grama de sedimento marinho chega a conter mil milhões de bactérias, um número bastante alto», disse. Esses microrganismos são encontrados em invertebrados, sedimentos e até na água do mar e a sua fermentação em laboratório também resulta em substâncias bastante complexas.

De uma espécie de ascídia endémica no litoral do Nordeste, por exemplo, o grupo da UFC isolou duas moléculas estauroporinas que apresentaram actividades anticancerígenas. Agora, os investigadores estão a isolar microrganismos da ascídia na tentativa de encontrar entre eles os produtores dessas moléculas. A partir dessa identificação será possível produzir os compostos através da fermentação.

A acção antitumoral foi testada com sucesso em animais e também in vitro. Para os testes em células, os cientistas contam com um banco de 50 linhagens de células tumorais mantido pelo Laboratório Nacional de Oncologia Experimental da UFC. «Os testes mostraram que os compostos atacam preferencialmente as células tumorais», disse Letícia. 

Da alga marinha parda Sargassum vulgare, a equipa isolou uma substância capaz de atenuar os efeitos colaterais da quimioterapia, além de potencializar a actividade antitumoral do agente quimioterápico.

«Os quimioterápicos atacam o sistema imunológicodiminuindo as defesas do organismo. Conseguimos inverter esse efeito mantendo ou até melhorando a actividade antitumoral», disse Letícia, ressaltando que até agora só foram realizados testes em animais. 

A leucopenia, queda do número de glóbulos brancos provocada pela quimioterapia, foi completamente revertida nesses ensaios e a actividade antitumoral chegou a aumentar cerca de 30%.

Os resultados abrem perspectivas para que a substância seja aplicada como um coadjuvante no tratamento quimioterápico. Já está em andamento o processo de depósito de uma patente para esse produto antitumoral e imunoestimulante, resultado de parceria entre a UFC e uma empresa privada.

 

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Dom | 11.11.18

Doença Parkinson

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Um grupo de cientistas de vários países afirma que a doença de Parkinson, um distúrbio cerebral progressivo, afinal pode ter sua proveniência das disfunções intestinais.

A doença de Parkinson, segundo a medicina alopática não tem cura e a sua origem continua envolta em mistério (como tanto outras doenças).

O que define a Doença de Parkinson são os tremores, a rigidez do tronco e dos membros e a lentidão dos movimentos. 

 

Em Portugal poderá haver cerca de 30.000 doentes a sofrer desta doença. 

Agora, os investigadores acreditam que a doença pode começar nos intestinos antes de atingir o cérebro. 

 

A MTC já há milhares de anos que sabe, o intestino é como um segundo cérebro. A Naturopatia tem há muitos séculos conhecimento da importância supremas do bom funcionamento do intestino na saúde do organismo.

Uma das características deste condicionamento é a formação de um depósito de fibras insolúveis constituídas por uma substância, a sinucleína, enquanto nas pessoas saudáveis estas são encontradas em células nervosas saudáveis, em pessoas com a doença de Parkinson, as sinucleínas deformam-se e passam a aglomerados fibrosos.

 

As indicações de que esta transição pode começar fora do cérebro surgiram há uma década, quando os patologistas clínicos relataram ter encontrado fibras sinucleínas nos nervos do intestino.

Os investigadores alopáticos fizeram várias experiências científicas e constataram que essas fibras soltam-se do intestino para depois se alojarem no cérebro. Após 3 semanas, as fibras foram encontradas na base do cérebro e 2 meses depois elas estavam alojadas em partes do cérebro que controlam a coordenação motora.

A doença de Parkinson resulta da redução dos níveis de dopamina que funciona como um mensageiro químico cerebral nos centros que comandam os movimentos.

Os níveis de dopamina reduzem-se como consequência da morte das células cerebrais que a produzem. No entanto, existem vários factores que contribuem para o risco desta doença, como a história familiar, a exposição a pesticidas ou toxinas industriais, stress, drogas farmacêuticas, alimentação industrial/convencional,os OGM e os transgénicos

 

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