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As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

Sex | 16.11.18

A couve

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 O estudo afirma que apenas uma porção diária de folhas verdes escuras, como a couve, pode ajudar no rejuvenescimento cerebral.

A pesquisa foi realizada com 950 idosos e monitorou a alimentação e a atividade cerebral dos participantes por um período entre 2 a 10 anos.

Foi descoberto que os voluntários que comiam folhas verdes escuras todos os dias tinham uma conservação da saúde mental de até 11 anos quando comparados com aqueles que não consumiam este tipo de alimentos. Os resultados não incluíram factores que poderiam afectar a saúde mental, como o nível de escolaridade, prática de exercícios ou histórico familiar de demência.

 

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Fonte:https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/couve-rejuvenesce-o-cerebro-184655 

Sex | 16.11.18

Geleia real

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Seu gosto é ligeiramente adocicado e tem propriedades antibióticas. Daí se deve incluir este ingrediente na alimentação nos meses de frio e de maior oscilação das temperaturas!

Foto:tuasaude.

 

A geleia real é uma substância gelatinosa de cor esbranquiçada amarelada e com gosto ligeiramente adocicado, a qual é segregada pelas abelhas jovens obreiras, que a produzem a partir do mel, néctar e água. Sabe-se hoje que é graças às propriedades nutritivas deste ingrediente que a abelha-rainha tem um crescimento mais rápido e uma longevidade muito superior à do resto das abelhas. Alimentada durante toda a sua vida com este produto, a rainha-mãe existe em cada colmeia, ela acompanha ao longo da sua vida de aprox. 5 anos, entre 30 a 40 gerações de abelhas obreiras, as quais têm uma longevidade média de apenas 45 dias.

A Geleia Real é rica em açúcares, 21 aminoácidos, carboidratos, enzimas e coenzimas, lipídeos, proteínas e vitaminas.

Contém vitaminas, são as seguintes: tiamina (vitamina B1), riboflavina (vitamina B2), piridoxina (vitamina B6), niacina, biotina (complexo B), inositol, ácido fólico, B12 e pequenas doses das vitaminas C e D, e também tem minerais (por ordem decrescente) enxofre, magnésio, ferro, zinco, cobre, arsénico, lítio, cobalto, níquel, manganês e cromo.

Mais do que um alimento completo, a geleia real é um autêntico elixir de saúde que oxigena o cérebro e combate os estados de debilidade e fadiga. E, nas alturas do ano de muito frio e chuva, com as típicas e habituais constipações e gripes, valorizar aspectos como uma boa alimentação adequada e biológica, reforçada com medicamentos naturais e não esquecer a geleia real que tem propriedades curativas já reconhecidas. A geleia real é um excelente alimento, fornecedor  de várias vitaminas, muitas delas com relevante aspecto antioxidante e excelente para manter ou até melhorar a memória e ainda o sistema nervoso.

  

Para além disso, contém propriedades antibióticas e 18 aminoácidos, alguns deles essenciais, que não podem ser sintetizados pelo organismo e assim terão de ser fornecidos pela alimentação ou por medicamentos naturais. Este ingrediente natural fornece ainda fósforo, potássio e silício, entre outros minerais. Vários estudos têm confirmado as propriedades nutritivas e energéticas desta substância natural, assinalando-a como a mais rica em elementos vitais para a saúde, e um poderoso reconstituinte do estado geral do organismo. 

Nos últimos anos, notícias sobre a redução da população de abelhas alertou para a necessidade de dinamização de actividades de prevenção e de protecção da espécie. Entre os maiores inimigos das abelhas estão os pesticidas, os campos electromagnéticos e as monoculturas. As abelhas têm um papel significativo na biodiversidade e no ecossistema, pois estes insectos polinizadores são essenciais ao equilíbrio da natureza. De tal maneira que o seu desaparecimento seria um desastre ecológico, com consequências sobre a agricultura, recursos alimentares, espécies animais e vegetais.

«Quando as abelhas desaparecerem da face da terra, o homem tem apenas 4 anos de vida», já alertava Albert Einstein. 

 

Indicações:

1. Anemia

2. Arteriosclerose

3. Aumenta a capacidade física e sexual

4. Aumenta a capacidade intelectual 

5. Auxiliar no combate a queda de cabelo

6. Auxiliar no tratamento de problemas cardiovasculares e hepáticos

7. Doenças neurofísicas devido à idade

8. Esgotamento nervoso

9. Estados de convalescença

10. Normalização do apetite e equilíbrio das funções gástrica

11. Pacientes submetidos a tratamentos quimioterápicos

12. Prevenção do envelhecimento precoce

13. Reumatismo

14. Revitalizante

 

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Sex | 16.11.18

Ataque cardiaco

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No ocidente, não existe prevenção na área da saúde, existe sim um grande negócio lucrativo para as farmacêuticas e os médicos de um modo geral (existem excepções)  fazem parte desse esquema bem lubrificado.

O vídeo que se segue, foi produzido pela «Consciência Irlandesa da Doença Cardíaca», deixa um alerta sobre a prevenção e como factores como o nível alto de cálcio no coração aumenta o risco de ataque/enfarte cardíaco.

As pessoas que bebem leite de vaca frequentemente são fortes candidatos não só a ataque cardíaco, no caso das mulheres também a cancro de mama. 

 O cálcio dos vegetais há em em grande abundância, é uma excelente alternativa e não provoca o que o cálcio animal provoca nos humanos.

Ataque cardíaco - os factos:

Que precisamos para termos um coração saudável?

- Boa alimentação, adequada (dar prioridade aos legumes)

- Alimentação biológica

- Beber água pura (da torneira e do garrafão sai água desvitalizada/"morta")

- Exercício físico moderado, ao ar livre e longe da poluição atmosférica (caminhada diária é suficiente)

- Mastigar muito bem os alimentos e os líquidos

- Sentir contentamento pela vida

- Comer as refeições em silêncio

- Habitar longe de ruas muito movimentadas

- Respirar adequadamente e o ar mais puro possível

- Evitar os alimentos refinados, desde a farinha branca/refinada, o açúcar refinado, o sal refinado...

- Evitar as drogas, sejam elas lícitas ou ilícitas

- Beber água em vez de refrigerantes

- Reduzir os níveis de estresse

- Ter cuidado com as emoções negativas

- Importante evitar pessoas negativas assim como noticiários

- É relevante ter um emprego no qual se sinta realizado

 

 

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Sex | 16.11.18

Curar a doença Alzheimer

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Veja como uma médica conseguiu reverter, em aproximadamente um mês, a doença de seu marido e inspire-se!

Só quem conhece alguém que sofre com a Doença de Alzheimer é capaz de mensurar a dor que se sente ao perceber que aos poucos uma história vai sendo apagada, sem deixar vestígios. E isso não se trata de uma dor física, mas uma dor emocional, que toma conta da gente e nos deixa impotentes diante de uma situação tão difícil.

Se fosse para resumir o que a Doença de Alzheimer representa, poderíamos dizer que somente o corpo fica e a essência vai-se embora!

O importante nessa hora é não se entregar e acreditar que existe uma solução!

Nem tudo está perdido. Preste muita atenção na história da Doutora M. Newport e não deixe, de maneira alguma, a sua esperança acabar.

Dra. Mary começou a perceber que algo de muito errado acontecia com seu marido, Steve. Ele já não era mais aquela figura rápida, de raciocínio apurado. De repente, Steve começou a apresentar lapsos de memória para pequenas coisas e que não demorou muito para atingir um grau bastante sério.

No desejo de descobrir o que acontecia e tentar curar o seu marido, Dra. Mary procurou a ajuda de vários especialistas, mas não conseguiu nenhum pequeno avanço que fosse. Steve passou por psiquiatras, neurologistas e até chegou a ser diagnosticado com depressão. E mesmo com toda a medicação prescrita sua situação só piorava.

Steve começou a perder suas referências, já não reconhecia seus familiares, não mantinha diálogos coerentes. Sua vida foi se apagando.

Em uma das várias tentativas de resgatar o marido desse abandono mental, Dra. Mary tentou incluir Steve em um estudo clínico, mas suas condições não o qualificavam para isso. Para se ter uma ideia, em um teste indicativo de demência Steve alcançou somente 14 dos 30 pontos que o exame previa. Logo, seu teste genético para Alzheimer foi positivo. Uma nova luta começava.

Ainda, meio sem saber para que lado ir e muito menos a quem recorrer, Dra. Mary teve acesso ao Ketasyn, uma droga química que estava sendo usada no estudo experimental para Alzheimer. O mesmo estudo para o qual seu marido não pode participar. Essa medicação fazia com que 50% das pessoas que a consumiam apresentassem uma melhora significativa. Era tudo o que o casal precisava, pois até então a toda medicação que Steve era submetido o resultado era sempre o mesmo: redução na progressão da doença, mas nunca uma melhora importante!

E essa não foi a única, muito menos a última conquista de ambos. Ao descobrir a composição deste medicamento, Dra. Mary teve uma grata surpresa: o principal ingrediente do remédio eram trigliceridos de cadeia média (TCM), provenientes do óleo de coco.

Você pode estar se perguntando se a solução para a Doença de Alzheimer pode ser assim tão simples. Dra. Mary também se questionou e foi adiante. Decidiu que não tinha nada a perder e começou a dar óleo de coco ao seu marido.

A primeira prova de que eles estavam no caminho certo foi evidente. No mesmo teste onde Steve alcançou somente 14 pontos em 30, com o tratamento a base de óleo de coco ele conseguiu progredir em 28%, chegando a 18 pontos.

Digo sem medo de errar, a melhora de Steve se deve sim ao óleo de coco.

O óleo de coco, assim como outros triglicéridos de cadeia média (TCM) aumenta a produção de componentes chamados de cetonas que por sua vez são compostos criados quando a gordura do nosso corpo é quebrada em energia.

Normalmente, as células cerebrais preferem extrair o seu combustível da glicose, mas no caso do cérebro desregulado, as células cerebrais que causam convulsões não podem metabolizar a glicose correctamente. Elas precisam então de outra fonte de combustível, e essa fonte são as cetonas.

Eu, particularmente, tenho trabalhado com meus pacientes que sofrem com Alzheimer com uma dieta produtora de cetonas associada ao óleo de coco rico em TCM, e os resultados são impressionantes.

Infelizmente, os estudos produzidos sobre a importância e os efeitos das cetonas em nosso cérebro estão publicados em jornais obscuros que a grande maioria dos médicos nem tomam conhecimento. O fato é que esses estudos trazem dados importantíssimos que podem auxiliar em diversos tratamentos, incluindo os tratamentos contra a Doença de Alzheimer.

E se você quer saber mais, no caso de Steve, com um pouco mais de um mês de tratamento com óleo de coco, ele já havia recuperado grande parte das perdas causadas pela doença. Ainda sim, ele continuou a usar o óleo de coco por 60 dias. Com isso, ele não apresentava mais tremores, recuperou a memória e pode voltar às suas actividades físicas e de trabalho de forma natural.

E a prova de que o óleo de coco é o responsável por essas vitórias se dá pelo fato de que quando Steve não tomou o óleo de coco em algumas etapas de seu tratamento, os sintomas reapareceram e só foram embora depois que o óleo de coco voltou a fazer parte da sua rotina.

Você não precisa perder quem você ama para a Doença de Alzheimer. O óleo de coco é seu maior aliado. Basta que você una todo o seu cuidado e carinho ao poder que o óleo de coco tem.

A única coisa daí para frente que vocês vão querer esquecer são os momentos difíceis e a tristeza que imperava!

 

Obs.:

Há quem diga que Alzheimer é o diabetes de tipo 3 !

 

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Fonte:

Dr. Rondó

https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/alzheimer-como-um-doente-se-curou-173269 

Sex | 16.11.18

O flúor nas pastas de dentes

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O Flúor tem sido associado aos ossos e dentes saudáveis. Mas a verdade não podia estar mais longe. O flúor industrial, habitual em vários produtos, é tóxico e é também um dos 10 produtos classificados pela OMS como um dos maiores riscos para a saúde humana. E o flúor está presente numa grande variedade de produtos do nosso quotidiano. 

Será que o flúor é mesmo benéfico?

A propaganda médica e na TV, afirmam que o flúor é benéfico para os dentes, porém, há algo sobre o flúor que não é mencionado: ele é extremamente tóxico.

O flúor é um veneno: em uma pasta de dentes básica há quantidade de flúor suficiente para matar uma criança de 10 kg. Quando introduzido no nosso corpo, age como um inibidor enzimático que faz com que as células deixem de funcionar.

Essa substância é e sempre foi listada como um veneno letal no Manual Merck, o manual básico de doenças e toxinas, usado como referência por todos os médicos. Além do mais, você pode corroborar essa informação em qualquer livro de referência em toxicologia, como o “Goodman and Gilman’s The Pharmacological Basis of Therapeutics”, o mais renomado livro de toxicologia.

Estudos realizados por todo o mundo têm provado que adicionar flúor à água de beber não é totalmente efectivo na redução ou prevenção da cárie dentária. O uso tópico de pasta de dente ou desinfectante bucal provavelmente tem algum benefício, porque eles matarão bactérias – afinal de contas, o flúor é um rodenticida e insecticida. Entretanto, com certeza, há maneiras mais seguras de destruir bactérias na boca.

Entenda, cáries são primariamente uma doença sistémica. Assim, nutrição adequada e manutenção do equilíbrio bioquímico do seu corpo é o modo mais definitivo de preveni-las.

 

– Cáries: o suporte original de que o flúor tem impacto positivo contra as cáries foi realizado no final da década de 40, através de um estudo realizado em ratos. Durante 5 anos, 2 cidades foram estudadas. Em uma delas, usou-se flúor na água; na outra, a cidade controle, não. Após esse tempo, observou-se que houve redução de 65% na quantidade de cáries em AMBAS as cidades. Entretanto, os resultados dos testes da cidade controle não foram mencionados, e assim ficou parecendo que o flúor tem impacto miraculoso na redução de cáries. Por conta disso, o Departamento de Saúde e Educação Americano aceitou as conclusões distorcidas dos estudos.

– Consumo: o flúor se tornou tão prevalecente na água para beber que hoje, virtualmente, muitas bebidas engarrafadas, incluindo alguns sumos industrializados, o contêm. Com isso, vai-se consumindo água fluoretada em tudo, tornando difícil saber qual o real nível de flúor acumulado e consequentemente ingerido.

– Dentes manchados: um dos mais óbvios sinais de excessiva exposição ao flúor é a mancha nos dentes. Os dentistas podem dizer algumas vezes que essas manchas brancas são causadas por febre ou uso de antibióticos no período da infância. Na verdade, a causa disso é a fluorose. Em estágio mais avançado ela causa descoloração, caroços e fendas, e em geral enfraquece os dentes, ao invés de fortalecê-los.

Apesar dos dentistas, em outros casos, admitirem que as manchas brancas tenham relação com o fluoreto, eles consideram isso um pequeno problema cosmético. A verdade é que o flúor muda a estrutura celular do enema dentário nos anos de formação, quando o dente está em desenvolvimento.

Estudos realizados na Universidade de Rochester mostram que 28% das crianças entre 11 e 13 anos, que vivem em áreas aonde a água é fluoretada, apresenta fluorose. O que mais essa substância poderia estar afectando? Não seria ingenuidade pensar que o fluoreto afecta apenas a formação do dente, e nada mais?

 

Mesmo a ingestão de pequenas quantidades de flúor pode causar efeitos colaterais significativos. Para se ter uma ideia, o consumo de meio litro de água por dia pode fornecer de 0,5 a 1,0 mg de flúor, o que pode resultar em:

  • cólicas e dores abdominais
  • tremores
  • perda de apetite
  • aftas na boca
  • perda de peso
  • vómitos sanguinolentos
  • náuseas
  • fraqueza
  • diarreia
  • constipação
  • rigidez
  • eczema

– Envelhecimento: embora muitas pessoas não apresentem nenhum dos sintomas mencionados acima, elas poderão ter uma forma de deterioração subclínica que chamamos de “envelhecimento”. O flúor acelera os processos de envelhecimento pela inibição da produção de enzimas essenciais em certas reacções químicas no corpo. Ele também promove a degradação de colagénio/colágeno, a principal proteína que suporta pele, tendões, ossos, cartilagem, tecido conectivo e, claro, os dentes.

– Danos genéticos: também podem ocorrer alterações do sistema imunológico, pois o flúor interage e distorce as forças que mantêm a forma normal de diferentes proteínas corpóreas. Como resultado, o sistema imune ataca sua própria proteína, promovendo o que chamamos de doença autoimune. Há numerosos estudos na literatura mostrando a ligação entre pequenas quantidades de flúor e dano genético. Há também uma forte correlação com o câncer.

– Impacto nos glóbulos brancos: pequenas quantidades de flúor podem causar outras alterações corpóreas significativas. A água fluoretada causa redução da habilidade dos glóbulos brancos, comprometendo sua acção de combate e destruição de bactérias.

– Função tiroidiana: o consumo de água fluoretada pode causar a redução da função tiroidiana.

– Osteoporose: a exposição a 1ppm (partes por milhão) de flúor na água causa redução da resistência óssea e da sua elasticidade, levando à osteoporose.

– Dano Cromossomal: já em 1974, o médico Austríaco Dr. Wolfgang Klein reportou que 1ppm de flúor inibe em 50% as enzimas de reparação de DNA, causando lesão cromossômica.

Em geral, estas enzimas vão sendo reduzidas lentamente com o envelhecimento, o que aumenta o risco de defeitos genéticos nos recém-nascidos de mulheres com mais de 40 anos. Porém, com a fluoretação, essa destruição enzimática ocorre mais cedo, resultando em aumento de risco de defeitos também em bebés de mulheres jovens.

– Cancro/Câncer: em estudo realizado em 1977 pelo Dr. Deam Burk, criador do Chief Chemist Emeritus, no Instituto de Cancro/Câncer Americano, em conjunto com o Dr. John Yiamouyiannis, foram comparadas as taxas de morte por cancro/câncer entre as 10 maiores cidades sem fluoretação da água e as 10 maiores cidades com água fluoretada. No caso dessas últimas, levou-se em conta suas taxas originais de morte por cancro/câncer antes da adopção da fluoretação, entre 1940 até 1950.

Chegou-se à conclusão de que nas cidades com fluoretação, de 1952 (quando começou a adição de flúor à água) a 1969, houve um aumento de 10% de mortes por câncer, relacionadas a esse processo. A ocorrência de câncer aumentou principalmente nas pessoas entre 45 e 64 anos. Por outro lado, não houve aumento de câncer em cidades que não fluoretaram água durante esse mesmo período.

– QI: estudos realizados na China, com crianças, mostraram redução de QI. Foram avaliadas 907 crianças entre 8 e 13 anos, concluindo-se que o QI estava correlacionado à quantidade de fluorosis. Em áreas de fluorose moderada a severa, supôs-se que o Sistema Nervoso Central foi afectado durante o desenvolvimento fetal ou nos primeiros anos das crianças, resultando em comprometimento da inteligência. Além disso, pesquisas mais recentes demonstraram que ratos expostos a fluoreto de sódio apresentaram comprometimento do Sistema Nervoso.

 

Quão séria é a contaminação por flúor para você e sua família? Em média, um tubo de pasta de dentes (70 g) tem aproximadamente 100 ppm de flúor, o que é suficiente para matar uma criança de 10 kg, em caso de ingestão total da pasta desse tubo.

Se as pastas de dente fossem sujeitas às mesmas leis de produtos de limpeza doméstica, os fabricantes precisariam informar que se trata de uma substância tóxica, que deveria ser mantida fora do alcance das crianças. Com a contaminação por metais pesados, nós estamos convivendo com uma exposição a pequenas quantidades de uma toxina por longo período de tempo. Isso torna difícil que se estabeleça uma relação entre causa e efeito e, consequentemente, que se chegue a um diagnóstico correto. Devemos ter em mente que trata-se de uma combinação entre efeitos tanto da dose quanto da duração da exposição.

 

Até aqui, já foi possível concluir que o flúor é um problema, e que nós estamos ingerindo-o a partir de diversas fontes em dosagens desconhecidas.

E agora? O que devemos fazer?

Procure consumir água que não seja clorada, usando sistemas de filtragem que eliminem o flúor, como o Sistema de Osmose Reversa, por exemplo. Talvez você precise de água envasada, livre de flúor. Utilize essa água também no preparo de arroz, pasta, cereais quentes, feijões, sopas, chá e café. Ou seja, evite cozinhar com água fluoretada!

No que diz respeito aos cuidados bucais, é difícil encontrar pasta de dentes e solução para gargarejo sem flúor. Uma boa dica é procurar em lojas de produtos naturais. Ou, quem sabe, o óleo de coco pode ser a sua solução, usado como dentifríco.

 

FR, com possibilidade de legendas em PT

 

 

 

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