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As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

Seg | 19.11.18

Comida e bebida de Portugal, tudo contaminado

Medicinas Alternativas

Um excelente exemplo a não ser seguido em Cabo-Verde.


Herbicida cancerígeno mais vendido em Portugal, já na água e nos alimentos

30.04.16
 

Há vários portugueses contaminados com glifosato, um herbicida que é cancerígeno. A sua presença foi detectada com valores elevados no norte e centro do país.
 
É o herbicida/pesticida mais usado em Portugal, campeão de vendas na Europa e um caso de gigantescas vendas na América do Norte. O glifosato serve para matar ervas, mas e os outros perigos para a nossa saúde?

Maria de Lurdes e o marido são agricultores desde que têm memória. Combatem as pragas e as ervas daninhas com químicos - como aprenderam - sem levantarem demasiadas questões. Chamam-lhes tratamentos.

É na agricultura que o glifosato é mais usado. O herbicida foi inventado nos anos 70, pela multinacional estadunidense Monsanto. Hoje em dia, só em Portugal, há mais de 20 marcas que comercializam glifosato. É um herbicida total, não selectivo - o que quer dizer que mata qualquer tipo de planta.

Já na horta de Margarida Silva não entra glifosato. A investigadora acredita que o herbicida esconde sérios riscos para os humanos.

O alerta sobre os perigos do herbicida soou a mais de mil de quilómetros de Portugal, em França. A Organização Mundial de Saúde, através da Agência Internacional de Investigação para o Cancro, estudou o glifosato durante um ano.
Dezassete investigadores tomaram uma decisão unânime: classificar o glifosato como cancerígeno.

 

Consumir glifosato

glifosato entra no corpo humano através da ingestão de água e alimentosou da inalação.

Em Portugal é no Instituto de nacional de investigação agrária e veterinária que são feitas as análises aos alimentos. Todos os anos são feitas análises a centenas ou milhares de amostras, consoante os planos.

Para uma amostra de alimentos pesquisam-se muitas substâncias diferentes, faz-se um rastreio enorme em termos de moléculas para perceber se houve alguma contaminação. Nenhum desses parâmetros é o glifosato. O laboratório tem a competência técnica, mas ainda não têm a luz verde oficial. Falta uma acreditação que deve chegar ainda este ano.

As análises em causa são para já feitas nos Estados Unidos, para onde são enviadas as amostras. O laboratório escolhido é o de uma universidade na Califórnia. A RTP tem conhecimento da morada e dos métodos analíticos, mas a universidade exigiu anonimato. Está a preparar um estudo científico sobre o glifosato, uma investigação blindada às pressões externas que só deverá ser divulgada no verão.

Mas a ciência fala a duas vozes. De um lado as Nações Unidas, do outro a Europa. Milhares de estudos foram analisados pelas duas entidades. Já este ano um grupo de cientistas acusou a da EFSA (Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar) de ser parcial e de se ter baseado num relatório da própria industria, uma parte interessada.

Os maiores problemas com o glifosato estão nos países americanos, onde são cultivados alimentos geneticamente modificados – 80% dos chamados OGM são resistentes ao glifosato, o que quer dizer que uma plantação transgénica pode ser pulverizada com herbicidas sem que a cultura morra, só as ervas. Um jackpot económico que se traduz por altas concentrações de herbicidas nos cereais.

Estes transgénicos são por enquanto proibídos na Europa. Mas há um transgénico que pode ser semeado: a variedade de milho MON 181. E Portugal é um dos quatro países que cultiva OGM na Europa.

Nos supermercados, os produtos OGM estão sobretudo nas prateleiras de óleos alimentares, numa farinha de milho e numa maionese. Mas várias toneladas de milho e soja OGM entram todos os dias em Portugal. Vêm de barco e vão para as fábricas de rações. Mais de 90% da alimentação animal é feita de transgénicos resistentes ao glifosato.

Mas a qualidade paga-se. Os alimentos biológicos são, em geral, mais caros.

 

Quem corre riscos?

Todos os humanos, desde bebéscriançasadolescentes e adultos. Os animais (domésticos, selvagens e o gado) e o ambiente (fauna e flora), os veios/lençois freáticos (águas subterrâneas) também são contaminadoscom este herbicida.

 

Nota:

Glifosato/glyphogan/RoundUp são pesticidas/herbicidas cancerígenos e estas substâncias foram já encontradas na urina de vários portugueses. O glifosato é aplicado nos campos, nas hortas, na agricultura  intensiva/convencional , também nas cidades e localidades portuguesas. Os níveis encontrados em Portugal superam em 20x (vinte vezes) os níveis na Suíça ou na AlemanhaGlifosato pode não só provocar cancro mas também microcefalia.

A "Ecoambiente SA" é uma das empresas em Portugal que dispersa pelos meios urbanos o herbicida glyphogan (glifosato/roundup).

 

Alternativas:

Exija da câmara municipal da localidade onde reside, a interrupção destes químicos tóxicos e cancerígenos, e peça aplicações ecológicas e biológicas (já existem no mercado). Evite os alimentos convencionais e de proveniência desconhecida e que não sejam da sua confiança.

Peça uma horta comunitária (pedir na sua junta de freguesia) para plantar os melhores medicamentos do mundo, sob a forma de legumes, bagas e frutos ou compre de preferência alimentos biológicos. (A força invisível nos alimentos)

Alguns municípios e freguesias já aderiram ao ‘Manifesto Autarquias sem glifosato’

 

Fontes:

dw

ciberrede

https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/cancerigeno-herbicida-mais-vendido-em-119737

 

Seg | 19.11.18

Drogas anti-depressivos causam suicídio

Medicinas Alternativas
 

Um novo estudo realizado por pesquisadores da Dinamarca e do Reino Unido, em que eles avaliaram os efeitos dos fármacos como os anti-depressivos, revelou agora que essas drogas farmacêuticas, na verdade, levam as pessoas a cometer suicídio – e em especial as crianças.

E neste estudo, consta que foi a maior investigação de sempre a pesquisar sobre o assunto, nomeadamente anti-depressivos.

No passado, familiares e amigos dos suicidas, frequentemente tinham reclamado de que o tratamento com antidepressivo levou os seus entes queridos a cometerem suicídio. As empresas farmacêuticas e os médicos rejeitaram essas afirmações,  sempre. Eles afirmam que não existe(!) nenhuma(!) ligação entre o suicídio e o uso de anti-depressivos.

Estas alegações e contra-alegações levaram alguns pesquisadores a investigar o fenômeno em mais pormenor. Você quer saber se os fármacos podem, na verdade, levar as pessoas a cometer suicídio.

Pesquisadores da Nordik Cochrane Centre e do Colégio Universitário de Londres analisaram 70 estudos clínicos, onde foram amplamente analisados os antidepressivos. Eles estudaram as seguintes drogas farmacêuticas: a DULOXETINA, Fluoxetina (mais conhecido como Prozac), Paroxetina, Sertralin e Venlafaxin. Estas preparações são divididas em duas classes: aqueles que são inibidores Seletivos de Serotonina (ISRS; inibidor seletivo de recaptação de serotonina) e  inibidores da recaptação de noradrenalina (IRN).

Os pesquisadores que descreveram que mais de 18.000 pessoas participaram nos estudos clínicos, para estes preparativos. Os pesquisadores descobriram que essas drogas farmacêuticas duplicaram (200%) o risco de suicídio nas pessoas e aumentou o comportamento agressivo em menores de 18 anos. Apesar de ainda não haver uma correlação similar observada em adultos, dizem os autores, a gravação incorrecta de dados experimentais, pode ter levado a uma grave subestimação dos danos nas pessoas

O estudo conclui portanto, as empresas farmacêuticas falharam no relatório, no que respeita aos efeitos colaterais e até mesmo mortes associadas com as drogas farmacêuticas. Depois de terem comparado os relatórios com as informações a partir de estudos clínicos com pacientes reais, os pesquisadores descobriram que as empresas farmacêuticas claramente perderam a oportunidade de avisarem sobre as mortes e suicídios durante o tratamento com anti-depressivos, desse modo enganaram os pacientes ao fazerem crer que as suas drogas farmacêuticas tinham um efeito positivo.

Os observadores, que se debruçaram sobre os resultados do estudo, se referem a ele como extremamente preocupante e até mesmo perturbador que as empresas farmacêuticas tenham deliberadamente espalhado falsas informações sobre os estudos clínicos.   

Uma das empresas farmacêuticas não havia comunicado quatro mortes, que ocorreram supostamente após o fim dos estudos clínicos. Um paciente estrangulou-se, após ele ter tomado Venlafaxine. Porque ele permaneceu, ainda cinco dias com vida, ele não foi tido em conta nos resultados da farmacêutica. Foi dito que ele não era um participante do ensaio, enquanto ele estava no hospital, ferido, acabando por sucumbir aos ferimentos, que ele próprio tinha feito a si mesmo!

Mais da metade das tentativas de suicídio e pensamentos de suicídio foram registados incorretamente como um sinal de instabilidade emocional ou como um sinal do agravamento da depressão. Resumindo, nos ensaios clínicos, da gigante farmacêutica, a Eli Lilly, faltavam 90% dos casos das tentativas de suicídio.

O Professor Peter Gøtzsche, o principal autor do estudo da Nordik Cochrane Centre, disse: "o anti-depressivo não funciona nas crianças, como ficou evidenciado, no entanto faz aumentar o risco de suicídio."

O estudo chega à conclusão de que crianças e os adolescentes devem ser primeiro tratados com o esporte/desporto e a psicoterapia, antes de administrar  a eles esses perigosos fármacos.

 

Obs.:

Desconhece-se qualquer tipo de reação a este perigo para a vida/saúde pública, por parte da Anvisa, Infarmed, OM e farmacêuticas.

Já se sabia que muitos dos fármacos não passavam de meros placebos. O que cada vez mais se constata é que as drogas farmacêuticas não só têm inúmeros efeitos secundários, como ainda podem ser um perigo para a saúde pública e até para a vida do ser humano! Este estudo, o maior estudo jamais feito desta ordem e grandeza no que respeita a anti-depressivos, veio colocar a nú o perigo que estes fármacos representam para a saúde/vida humana.

 

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Fonte:

Der Wächter

https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/atencao-estudo-confirma-tomar-154497