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As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

Sab | 24.11.18

Até o exercício físico é mais eficaz que as drogas

Medicinas Alternativas
 

E se fazer uma atividade desportiva fosse tão eficaz quanto tomar fármacos? A sugestão foi avançada por um estudo e, nos últimos anos, tem vindo a ser defendida por muitos especialistas.

Fazer exercício é, potencialmente, tão eficaz quanto a ação de certos medicamentos na redução da mortalidade associada a alguns problemas de saúde. A conclusão é de um estudo publicado em outubro de 2013 no BMJ, site subsidiário da British Medical Association, que comparou o impacto de ambas as estratégias no tratamento da insuficiência cardíaca e na reabilitação após um acidente vascular cerebral (AVC).

Foi também feito um estudo comparativo desse impacto na prevenção da diabetes e na prevenção do agravamento da doença coronária (prevenção secundária). Esta foi a primeira revisão meta-epidemiológica a comparar os benefícios do exercício físico e dos medicamentos na redução da mortalidade associada a algumas doenças.

As conclusões, que têm sido corroboradas por outros investigadores, são entusiasmantes, pelo menos para muitos dos especialistas que habitualmente lidam com o problema. «As intervenções baseadas no exercício físico deveriam ser consideradas uma alternativa viável ou a par da terapia medicamentosa», indicam os investigadores.

O que foi descoberto

Em termos globais, não se registaram diferenças estatísticas entre os benefícios do exercício e os dos medicamentos para nenhuma das doenças estudadas, exceto no caso da reabilitação de AVC, em que as «intervenções com exercício físico estavam associadas a uma redução da mortalidade, mais do que os medicamentos», salientam os investigadores. Na análise doença a doença, os fármacos (diuréticos) revelaram-se mais eficazes do que o exercício a tratar a insuficiência cardíaca.

Na prevenção secundária da doença coronária e na prevenção da diabetes, não foram detetadas diferenças estatísticas, isto é, «pessoas que fizeram exercício tinham o mesmo risco relativo de morrer da doença que aqueles que tomavam os medicamentos mais prescritos», explica Duarte Galvão, docente de fisiologia do exercício.

Segundo este especialista, estes resultados «sugerem que o exercício pode ser bastante potente no tratamento de doenças do coração e outras, igualando os benefícios da maioria dos medicamentos comummente prescritos».

Como foi feito o estudo?

Foram revistas meta-análises (uma técnica estatística que integra os resultados de dois ou mais estudos sobre a mesma questão) de estudos sobre doenças para as quais havia resultados de ensaios clínicos randomizados (baseados na comparação entre duas ou mais intervenções) relativos ao impacto da medicação e do exercício. As quatro doenças selecionadas foram as únicas para as quais foram encontradas análises sobre o impacto do exercício físico na mortalidade dos pacientes.

«Estudos comparativos de eficácia», comenta Duarte Galvão, fisiologista do exercício, «são um garante da ciência, especialmente na pesquisa farmacêutica, mas poucos estudos compararam diretamente o efeito de fármacos com o do exercício, e menos ainda em termos de mortalidade», considera.

«Neste estudo, os dados cobriram 305 experiências que, coletivamente, envolveram quase 340.000 participantes, um total impressionante. Mas a maioria tinha recebido fármacos. Apenas 57 experiências, envolvendo 14.716 voluntários, tinham examinado o impacto do exercício», acrescenta ainda o especialista.

O presente e o futuro

«Este estudo», sublinha o docente de fisiologia do exercício, «levanta questões importantes sobre se o nosso sistema de saúde se centra demasiado em medicamentos e pouco na atividade física para combater doenças físicas». «Como anteriormente recomendado, os médicos devem dar conselhos sobre os benefícios do exercício físico, referindo-se a um programa de reabilitação não somente farmacológico, mas que inclua exercício», refere ainda.

«A prescrição varia em termos de tipo, intensidade e duração, destacando-se a necessidade de se adaptar às circunstâncias individuais de cada paciente, como a severidade da doença de base e a mobilidade», acrescenta.Sendo este o primeiro estudo comparativo deste género, os investigadores responsáveis pelo estudo apontam a necessidade de mais ensaios randomizados sobre a eficácia comparada das duas abordagens. Para a colmatar, dão uma sugestão.

«Os reguladores podiam requerer às farmacêuticas que patrocinam novos medicamentos que incluam intervenções baseadas em exercício como comparador nos ensaios. Em casos em que os medicamentos forneçam apenas um modesto benefício, os pacientes merecem compreender o impacto relativo que a atividade física pode ter na sua condição», sugerem.

As conclusões do estudo:

- Diabetes

Em termos estatísticos, a práticade exercício é tão eficaz na prevenção quanto a toma de medicação.

- Doença coronária

Em termos estatísticos, a prática de exercício é tão eficaz quanto a toma de medicação a impedir o seu agravamento.

- AVC

O exercício revelou-se mais eficaz na reabilitação do que a toma de medicação.

- Insuficiência cardíaca

Os diuréticos revelaram-se mais eficazes no seu tratamento do que o exercício físico. No global, o  exercício e os medicamentos não diferiram em termos de benefícios para nenhuma doença, exceto a reabilitação do AVC, em que o exercício se revelou mais associado à redução da mortalidade do que os fármacos.

 

Nota:

O corpo humano foi concebido para se movimentar. Movimentos e exercícios físicos quando correctamente executados são muito mais eficazes que as drogas farmacêuticas. Que o digam os chineses que integram o país mais populoso do mundo, e que praticam em qualquer lugar Chi Cungue/Kung e Tai Chi e assim alcançam uma longevidade que raramente é alcançada no ocidente.

Para os ocidentais mais stressados, caminhar diariamente 20 min de manhã e outros 20 min à tarde, já traz significativos benefícios para a saúde física e mental, sobretudo se for feita no meio da natureza.

 

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Curas em hospitais com Chi Cungue/Kung

Caminhada e Tai Chi

MTC: Chi, o que é isso ?

Fonte:

https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/sabia-que-o-exercicio-fisico-chega-a-128355 

Sab | 24.11.18

Wi-fi um perigo para a saúde

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O sinal wi-fi está em todas as redes sem fio que fornecem conexão à internet para vários aparelhos sem a necessidade desses cabos chatos.

Imagem: recusecontadoresinteligentes

 

Wi-fi está ao nosso redor, mesmo em lugares onde não é necessário.

É a conexão mais apropriada para celulares, faz com que tenhamos nas nossas mãos o acesso a informações, além de poder interagir com outras pessoas electronicamente.
 
No entanto, as coisas não são tão maravilhosas como parecem.
 
Acredite ou não, wi-fi prejudica nossa saúde, sem nenhum aviso.
 
Vamos explicar o que acontece. 

 

Imagem: escreveassim

 

Aparelhos sem fio como tablets e celulares conectam-se on-line via roteadores.
 
Esses dispositivos emitem ondas eletromagnéticas, que, infelizmente, podem causar sérios danos.
 
A maioria das pessoas ignora isso, geralmente devido à falta de conhecimento sobre esta questão.
 
Ao longo do tempo, esses sinais afectam o corpo e prejudicam as suas funções vitais.
 
A Agência de Saúde Britânica realizou um estudo segundo o qual os roteadores afectam o desenvolvimento das pessoas e plantas.

 

A exposição ao wi-fi tem as seguintes consequências para a sua saúde:

- cansaço crónico
 
- dor de ouvido
 
- falta de concentração
 
- dores de cabeça frequentes e graves
 
- distúrbios do sono
 
- câncer

 

O mundo moderno não pode sobreviver sem tecnologia, isso é um facto.

 
O que você deve fazer é aprender como se proteger dos perigos que ela traz.
 
Nós vamos dar algumas dicas úteis a você sobre como usar o seu roteador com segurança ou pelo menos diminuir o potencial perigo dele.
 
Como proteger sua família da radiação das redes wi-fi:
 
- desligue o modem quando for dormir
 
- também desconecte seus aparelhos a qualquer wi-fi antes de ir para a cama
 
- desligue o wi-fi quando você não precisa dele
 
- não deixe o seu modem na sua cozinha ou quarto

 

O mais preocupante são as grandes antenas das operadoras celular instaladas próximo a residências.

Um estudo realizado por pesquisadores brasileiros mediu a existência de correlação espacial entre as mortes por neoplasia/tumor maligno em Belo Horizonte, Minas Gerais, e a presença de estações radiobase (antenas e torres).

O resultado é assustador: em dez anos, foram registradas mais de sete mil mortes por tumor maligno, todas elas estavam dentro de um raio de até 500 metros das estações radiobase.

Fora desse raio, as mortes por neoplasia foram decrescendo proporcionalmente à distância das torres e antenas.

Evite, portanto, morar perto de antenas e torres de telefonia celular.

Atenção especial devemos dar às crianças neste caso

Há vários estudos que mostram os efeitos da radiação de antenas e de aparelhos celulares na saúde de crianças.

As crianças compõem parcela crescente de usuários de celulares e de outros dispositivos electrónicos em geral.

 

 

A massa corporal de uma criança é muito menor que a de um adulto.

Por isso, a radiação absorvida pelo corpo dela pode ter efeitos muito mais graves, incluindo problemas de aprendizado, distúrbios comportamentais, comprometimento do sistema imunológico e câncer.

 

Fonte:

Cura pela Natureza

https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/wi-fi-uma-perigosa-e-invisivel-ameaca-a-154928 

 

Sab | 24.11.18

A carne e os rins

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A carne pode causar facilmente danos aos rins, especialmente a carne vermelha, como um estudo de 2016 mostra. O consumo de carne está em estreita ligação com a ocorrência de insuficiência renal. O consumo de carne sobretudo vermelha por mais de 15 anos, maior é o risco de desenvolver insuficiência renal crónica. te. Produtos de soja biológica, quando em quantidades moderadas, foram mais susceptíveis de ter um efeito protector sobre os rins.

Foto: diggingi95

 

Doente dos rins devido à carne


Os rins não parecem ficar entusiasmadas com o consumo de carne. Já havíamos relatado em prmenor sobre o crescente risco de cancro/câncer de rim, o que ocorre quando grande quantidade de carne é ingerida.

Outros tipos de cancro/câncer são mais comumente observados em pessoas que comem uma grande quantidade de carne, tais como cancro do estômago e cancro de colo do útero, cancro do fígado, de pulmão, de esôfago e cancro de pâncreas, ou cancro de bexiga.

Para além disto, é associado também ao consumo de carne a insuficiência renal. Em caso de insuficiência renal, os rins deixam gradualmente de filtrar o sangue adequadamente.

 

Em caso de problemas renais

Todo o tipo de proteína animal deve ser evitada, especialmente do tipo carne. O peixe também deve ser evitado ou consumido muito esporádicamente. Já os ovos caseiros biológicos parecem não prejudicar os rins.

A carne é prejudicial para os rins, já a soja biológica protege os rins

Quanto mais carne a pessoa consome, mais depressa adoece o rim.
Produtos de soja e de outras leguminosas protegem o rim. (Aquilo que a MTC-Medicina Tradicional Chinesa sabe há milhares de anos).

 

Proteína vegetal para proteger os rins

Imagem: lanzaroteholidays.info

 


Cada refeição de carne, que é substituída por outra fonte de proteína, pode reduzir o risco de insuficiência renal significativamente, segundo os pesquisadores.

 

Obs.:

Poucos sabem isto, a ingestão de carne favorece a impotência sexual no homem!

 

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Fonte:

zentrum der gesundheit

https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/problemas-renais-devido-a-carne-148009 

 

Sab | 24.11.18

Mais lixo dos laboratórios

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A aspirina é consumida largamente nos países latinos, sendo que nos países africanos e até mesmo na América Latina, o consumo tem vindo a diminuir devido em parte à existência de boas alternativas.

 

A aspirina é fabricada pela Bayer e o seu princípio activo (químico): Ácido Acetilsalicílico, que por sua vez deriva de uma planta, o salgueiro (Salix alba L.), também chamado vimeiro branco, salgueiro banco.

 

 

 1. O que é Aspirina Microactive e para que é utilizada Aspirina Microactive contém ácido acetilsalicílico

O ácido acetilsalicílico é um analgésico (alivia a dor) e um antipirético (diminui a febre). Aspirina Microactive é usada para o tratamento sintomático da febre e/ou dor ligeira a moderada tal como dor de cabeça, síndrome gripal, dor de dentes e dor muscular. Aspirina Microactive é especificamente reservada para adultos e adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos (pesando 40 kg ou mais). Pergunte ao seu médico ou farmacêutico sobre outras formas de ácido acetilsalicílico para crianças que pesam menos de 40 kg. Deve falar com um médico se não se sentir melhor ou se se sentir pior após 3 dias (para febre) ou 3-4 dias (para a dor).

Não tome Aspirina Microactive:

Se é alérgico ao ácido acetilsalicílico ou a qualquer outro componente deste medicamento;

Se tem história de asma ou reações alérgicas (ex. urticária, angioedema, rinite grave, choque) causados pela administração de ácido acetilsalicílico ou por substâncias do mesmo tipo (nomeadamente fármacos anti-inflamatórios não esteroides).

Se tem úlcera no estômago ou no intestino (incluindo no duodeno).

Se tem alguma situação hemorrágica ou risco de hemorragia. Se tem insuficiência renal (rim), hepática (fígado) ou cardíaca (coração). Se está a ser tratado com metotrexato em doses de 20 mg/semana ou mais. Se está a ser tratado com anticoagulantes (medicamentos para diluir o sangue e para prevenir a coagulação). Se está no 5º mês da gravidez (24 semanas de amenorreia). Se tiver quaisquer dúvidas sobre como deve usar este medicamento, pergunte ao seu médico ou farmacêutico. Advertências e Precauções Fale com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar Aspirina Microactive: Se está a ser tratado com outros medicamentos que contenham ácido acetilsalicílico, para evitar o risco de sobredosagem. Se tiver dores de cabeça ao tomar doses elevadas durante um período prolongado, não aumente a dose e procure aconselhamento do seu médico ou farmacêutico. Se usar regularmente medicamentos para as dores, especialmente vários em associação, essa situação pode levar à redução da função renal. Se tem défice de G6PD (desidrogenase de glicose-6-fosfato, uma doença hereditária que afeta as células vermelhas do sangue), pode levar a hemólise (destruição das células vermelhas do sangue). Se tem história de úlceras gástricas ou intestinais, hemorragias gástricas ou intestinais ou gastrite. Se tem compromisso renal ou hepático. Se tem asma: a ocorrência de crises de asma, em alguns doentes, pode estar relacionada com reações alérgicas a medicamentos anti-inflamatórios não esteroides ou ao ácido acetilsalicílico. Não é recomendado a utilização do ácido acetilsalicílico. Se tiver hemorragia menstrual intensa. Se ocorrer hemorragia gastrointestinal durante o tratamento (sangue pela boca, sangue nas fezes, fezes de cor preta), deve parar o tratamento e chamar imediatamente o seu médico ou serviço de emergência médica. Se estiver a tomar algum medicamento para evitar a coagulação do sangue (anticoagulantes). Se tiver uma cirurgia prevista, mesmo que pequena, informe o seu médico ou dentista. O ácido acetilsalicílico aumenta o risco de hemorragia, mesmo em doses baixas. Se tiver gota, o ácido acetilsalicílico modifica a quantidade de ácido úrico no sangue. Se estiver a amamentar.

O síndrome de Reye (uma doença rara porém muito grave essencialmente associada a lesões neurológicas e do fígado) foi observado em crianças que tiveram infeções virais e às quais estava a ser administrado ácido acetilsalicílico. Como resultado: No caso de doenças virais, tais como: gripes e varicela, não se deve dar ácido acetilsalicílico a crianças sem a consulta prévia de um médico; Se ocorrerem sintomas como tonturas ou desmaios, comportamento alterado e vómitos numa criança que esteja a tomar ácido acetilsalicílico deve avisar imediatamente o seu médico.

Outros medicamentos e Aspirina Microactive

Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar qualquer outro medicamento. O ácido acetilsalicílico em doses superiores, definidas como 1 g ou mais em administração única e/ou 3 g ou mais por dia, pode ser usado para o tratamento de doenças reumáticas (dose anti-inflamatórias). O ácido acetilsalicílico pode ser usado no tratamento da dor e febre em doses definidas como: 500 mg ou mais numa administração única e/ou não mais do que 3 g por dia.

Se está a ser tratado com metotrexato em doses superiores a 20 mg por semana. Neste caso o ácido acetilsalicílico deve ser evitado quando usado em doses elevadas (anti-inflamatórias), ou para o tratamento da dor e febre. Se está a ser tratado com anticoagulantes e em caso de história de úlceras gastroduodenais. Neste caso, o ácido acetilsalicílico deve ser evitado quando usado em doses anti-inflamatórias superiores a 1g, ou para o tratamento da dor e febre. Fale com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar Aspirina Microactive se estiver a tomar os seguintes medicamentos: Anticoagulantes orais quando o ácido acetilsalicílico é utilizado para o tratamento da dor e febre e sem história de úlceras gastro-duodenais. Anti-inflamatórios não esteroides quando o ácido acetilsalicílico é utilizado em doses elevadas (anti-inflamatórias), ou para o tratamento da dor ou febre. Heparinas utilizadas em doses curativas, ou em doentes idosos (≥ 65 anos) quando o ácido acetilsalicílico é utilizado em doses elevadas (anti-inflamatórias) para o tratamento de doenças reumáticas, ou para o tratamento da dor e febre.

Trombóliticos

Clopidogrel

Ticlopidina

Medicamentos uricosúricos para o tratamento da gota (ex: benzobromarona, probenecide) Glucocorticoides (excluindo hidrocortisona na terapêutica de substituição) quando o ácido acetilsalicílico é utilizado em doses elevadas (anti-inflamatórias)

Pemetrexed em doentes com leve a moderada insuficiência renal

Anagralide

Medicamentos para tratar a retenção de água (diuréticos) Inibidores da enzima conversora da angiotensina e antagonista dos recetores da angiotensina II Metotrexato utilizado em doses de 20 mg por semana ou menos Deferasirox

Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ex: citalopram, escitalopram, fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina, sertralina); Para evitar os efeitos da interação entre medicamentos, deve alertar o seu médico ou farmacêutico para outros medicamentos que esteja a tomar.

Aspirina Microactive e bebidas alcoólicas

Não tome Aspirina Microactive com bebidas alcoólicas.

Gravidez, amamentação e fertilidade

Se está grávida ou a amamentar, pensa que está grávida ou planeia ter um bebé, aconselhe-se com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar este medicamento.

Gravidez

Durante os primeiros 5 meses de gravidez deve consultar o seu médico antes de tomar este medicamento ou outros contendo ácido acetilsalicílico.

A partir do 6º mês de gravidez (após 24 semanas de amenorreia), não deve tomar esta medicação uma vez que esta poderá causar problemas sérios para a criança. Se tomou esta medicação durante a gravidez, fale com o seu médico imediatamente.

Amamentação

Este medicamento passa para o leite materno. Como precaução Aspirina Microactive não é recomendada durante a amamentação.

Fertilidade

Este medicamento faz parte do grupo de medicamentos que pode afetar a fertilidade da mulher. 

 

Todas as drogas farmacêuticas podem causar efeitos secundários e danos muito graves na sua saúde

Os efeitos secundários possíveis devido ao ácido acetilsalicílico são:

Hemorragia (sangramento do nariz ou gengivas, etc.).

Reações alérgicas tais como erupção na pele, ataques de asma ou suores faciais acompanhados de dificuldades respiratórias.

Dores de cabeçatonturas, sensação de perda de audiçãozumbidos (som nos ouvidos), que são normalmente indicadores de sobredosagem.

Hemorragia cerebral.

Dor de estômago.

Hemorragia gastrointestinal.

Urticáriareações na pele.

Síndrome de Reye (distúrbio da consciência, comportamento anormal ou vómitos) em crianças com uma doença viral e que tomem ácido acetilsalicílico

 O que precisa saber antes de tomar Aspirina Microactive). Todos estes são efeitos secundários muito graves e pode precisar de consulta médica urgente ou hospitalização. Diga ao seu médico imediatamente ou dirija-se ao hospital mais próximo se observar algum dos referidos sintomas.

 

Nota:

As pessoas geralmente não estão conscientes de que a dor ou a febre, mais não são do que avisos do corpo de que algo não vai bem. Poderá existir uma disfunção hepática (fígado), ou dos rins, ou da vesícula e quando a pessoa toma uma aspirina mais não faz do que mascarar o problema, com o tempo a doença só agrava ainda mais. Na gíria se diz, varrer o lixo para debaixo do tapete. Muitas vezes as pessoas agravam os problemas digestivos com este fármaco, depois começam a tomar Omeprazol ou semelhantes, continuando a agravar as doenças.

A primeira questão que a pessoa que tem uma dor de cabeça, seria esta: Porquê eu tenho esta dor de cabeça? E convinha encontrar a resposta. Por vezes a resposta até é fácil, falta de água. Claro que poderão ser outros motivos, stress mal gerido, noites mal dormidas, falta de descanso, comida desadequada, evacuação deficiente ...

Mas sabia que existe na natureza, sem os efeitos secundários da aspirina, mas que faz as mesmas vezes?

Chama-se chá de salgueiro (Salix alba). Serve para tratamentos das dores nas articulações (mialgias, artralgias), no reumatismo crónico. Síndromes febris de gripe e cefaleias (dores de cabeça).

Partes utilizadas: Cascas dos ramos jovens (2 a 3 anos). Principais indicações: Analgésico, antipirético e anti-inflamatório. Doenças reumatismais.

Só não deve ser consumido, o chá, se a pessoa for hipersensível a salicínicos e tiver úlceras gastrintestinais.

 

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A importância da febre para a criança

 

Fontes:

infarmed

Naturopatia

Plantas e Produtos Vegetais em Fitoerapia

https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/aspirina-microactive-para-que-serve-143934