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As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

Ter | 27.11.18

Os turnos

Medicinas Alternativas
 

... os/as estudos/investigações actuais não são nenhuma novidade, pois a Medicina Aiurvedica, a Medicina Tradicional Chinesa e até mesmo a Medicina Rus, há milénios que sabem como o trabalho por turnos, - sobretudo o da noite - é um trabalho desgastante para o ser humano.

Em Portugal, no terceiro trimestre de 2016,  quase 750.000 pessoas trabalhavam por turnos. Destes, cerca de 500.000 trabalhavam no turno da noite.

Enfermeiros, médicos, mineiros, motoristas de camiões e de autocarros, operários de fábricas/usinas, polícias/policiais, seguranças, taxistas, vigilantes ... A lista de profissões que, trabalham com horários rotativos é vasta e os distúrbios associados a esta prática também. 

Um estudo de uma equipa de cientistas/ investigadores da universidade de Swansea da Inglaterra, concluiu, trabalhar por turnos rotativos provoca danos na função cerebral
O estudo, publicado em 2014, demorou 15 anos a estar concluído. Durante este período, os cientistas/investigadores observaram 3.000 pessoas que trabalhavam por turnos rotativos, depois compararam com outros profissionais com horários ditos regulares. 

Os trabalhadores por turnos apresentavam problemas de processamento rápido de informação, juntamente perda de memória e uma deterioração geral das capacidades cognitivas comparativamente às pessoas com horários fixos. Segundo os cientistas da Universidade de Swansea, estes horários colocam não só a saúde dos trabalhadores por turnos em causa mas também de todas as pessoas com quem estes convivem.

Segundo os cientistas/investigadores, a situação poderá ainda assim ser revertida, caso os trabalhadores larguem este modelo de ganhar a vida, i.e. os turnos. No entanto, podem ser necessários pelo menos cinco anos para recuperar algumas capacidades cognitivas. 

Outros estudos concluíram que o trabalho por turnos nocturnos reduz a esperança média de vida e aumenta as probabilidades de sofrer de um acidente cardiovascular. Os cientistas afirmam que entre 1988 e 2010 monitorizaram mais de 75 mil enfermeiras, basta as mulheres trabalharem durante cinco anos neste modelo para verem a sua esperança média de vida encurtada
E, caso o façam durante 15 anos ou mais, aumentam as hipóteses de morrerem de cancro do pulmão.

Outros estudos sugerem que a falta de rotina do sono, associada a estes horários menos habituais mas também quem tem horários de sono irregulares (insónia)e/ou  leva preferencialmente uma vida noctívaga, está intimamente ligada não só a problemas cognitivos como também a depressões, a problemas de coração, de tiróide, problemas esses que podem por fim levar ao enfarte de miocárdio e/ou AVC.
Em Junho de 2016, a universidade de Uppsala - Suécia, demonstrou, o trabalho rotativo afecta a concentração e a capacidade de aprendizagem.

A pesquisa que incidiu em 7000 indivíduos foi publicada numa revista sobre neurobiologia e envelhecimento . “Os nossos resultados indicam que o trabalho por turnos está ligado a piores desempenhos num teste que é frequentemente utilizado para avaliar problemas cognitivos”, explicou Christian Benedict, professor no Departamento de Neurociência na universidade de Uppsala. 

Meio milhão de portugueses no turno da noite

Segundo dados do INE, há  quase 750 mil portugueses que trabalham por turnos no país. E há 492.100 trabalhadores que trabalham no turno da noite. 

A maioria destas pessoas trabalha no sector dos serviços 363 400, seguindo-se o sector da indústria, construção, energia e água com 117.200 trabalhadores e finalmente o da agricultura, produção animal, caça e pesca com 11.500.
Os dados são referentes ao terceiro trimestre de 2016. Segundo as contas do INE, a maioria das portugueses com este tipo de horário laboral nocturno são homens: 347.200, contra 144.800 mulheres. 

 

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Ter | 27.11.18

Luz artificial é um perigo para a saúde.

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Poluição luminosa afecta, animais, humanos e plantas

Mais outro exemplo a não ser seguido em Cabo-Verde
 

Iluminação artificial em excesso pode provocar diabetes, obesidade e até cancro!

 

Um grupo de investigação internacional, que integra um docente do Politécnico do Porto, alertou esta quinta-feira (22/12) para malefícios da iluminação intensiva no ambiente e saúde, referindo o aumento de probabilidade de desenvolvimento de diabetes, obesidade e cancro (mama e próstata).



“A iluminação artificial, com muito relevo o LED branco, é potencialmente prejudicial para a saúde humana devido à componente azul muito pronunciada no seu espectro. O excesso de iluminação que existe é também perturbador dos ecossistemas, da fauna da flora. À escala global, a situação actual, revela-se extremamente preocupante”, afirmou o investigador Raul Lima, da Escola Superior de Saúde do Politécnico do Porto.

 

Estas recomendações resumem-se a quatro ideias-chave: “evitar, tanto quanto possível, luz branca com comprimentos de onda abaixo dos 500 nanómetros; direccionar a luz para onde ela é efectivamente necessária; iluminação das ruas de forma tão uniforme quanto possível e com a intensidade mais baixa possível e adaptação da iluminação exterior a cada momento da noite”.

Segundo os investigadores, são cada vez em maior número os estudos que revelam que os efeitos na saúde vão para além daquilo que se poderia supor há alguns anos. Se as perturbações em várias espécies de fauna são conhecidas há algum tempo, no ser humano a suspeita de efeitos graves tem sido posta em evidência por vários estudos, que têm revelado uma associação entre a exposição nocturna à luz com comprimentos de onda curta (azul) e um aumento de probabilidade de desenvolvimento de diabetes, e mesmo alguns tipos de cancro (mama e próstata).

 

Luz branca é cancerígena em animais 

“Estudos epidemiológicos e em animais revelam que a luz branca é cancerígena. Está provado em animais, não está ainda em seres humanos, mas os estudos que estão a ser feitos apontam numa mesma direção. Por caminhos diferentes, chega-se à conclusão de que há um maior número de casos de cancro em situações em que há exposição à luz branca”, sustentou o cientista.

A rápida penetração dos LED na iluminação pública e particular, bem como o uso de ‘tablets’, ‘smartphones’, computadores ou televisões LED, veio acompanhada por uma crescente preocupação por parte da comunidade científica nesta área pois “a maior parte dos LED utilizados possuem um espectro especialmente rico em azul”.

Ao longo deste trabalho de quatro anos concluiu-se que “mesmo pequenas quantidades de luz artificial na altura errada podem afectar o nosso relógio interno, a libertação de hormonas e mesmo interferir com ecossistemas inteiros”, sublinhou Raul Lima.

Portugal, é dos países que mais iluminação pública usa e desperdiça, com sérias consequências para o ambiente e para a saúde. É possível baixar em muito os níveis de intensidade actualmente utilizados e manter condições de visibilidade óptimas. 

 

“Há muita iluminação na faixa costeira portuguesa, mais do que outras regiões europeias, como por exemplo, Madrid ou Barcelona. Deve-se não só ao excesso de candeeiros, mas também à deficiente construção deles, porque muitos emitem luz não para baixo, como seria aconselhável, mas sim para baixo, para os lados e para cima. A luz para os lados e para cima não é necessária, é apenas poluição luminosa e desperdício de energia. Em Berlim e noutras cidades europeias ainda é possível ver a via láctea, coisa que, por exemplo, no Porto deixou de ser possível desde 1983/84. O Porto não tem a escala de Berlim e, no entanto, tem muito mais luz”, sublinhou.

 

A poluição luminosa causada pela iluminação pública, viária, de monumentos, desportiva ou publicitária, tem um grande impacto na saúde das pessoas, animais e plantas, em especial nas grandes cidades.

 

A principal fonte de poluição é a iluminação pública, viária, de monumentos, desportiva ou publicitária.

Numa rua ou monumento, por exemplo, uma quantidade de luz directa pode ir além do espaço a que se destina ou reflectir no pavimento ou na fachada dos edifícios e desloca-se para a atmosfera, provocando poluição luminosa, um aspecto sem legislação específica.

 

Existem estudos a apontar para a existência de maior incidência de doenças, como os diabetes ou cancro da mama, em pessoas expostas a  poluição luminosa externa.

Plantas e animais a viver na cidade estão "formatados" para o ciclo dia-noite e um jardim iluminado durante a noite impede a flora de concretizar as suas funções e afecta o comportamento de aves que podem ser atraídas pelas luzes e chocar com edifícios.

 

Sem contraste suficiente

É bem  visível a consequência da poluição luminosa é que "nas cidades não vemos o céu estrelado", mesmo que a noite não tenha lua e o céu esteja limpo porque "a luz que sai das cidades contamina de tal maneira que não temos o contraste suficiente para nos apercebermos da beleza" da natureza, relatou o fundador do CPI.

Na saúde, adiantou, "o impacto é enorme, [pois] o ser humano tem o seu ritmo circadiano imposto pela luz [natural], no qual, através do olho, o cérebro interpreta a situação de dia e de noite e, na ausência de luz, o corpo produz melatonina que abranda o ritmo biológico e leva a dormir", permitindo a regeneração de células.

Fonte:

https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/poluicao-luminosa-afecta-animais-164422

Ter | 27.11.18

O telemóvel causa cancro

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A Organização Mundial de Saúde classifica a radiação dos telemóveis como "possivelmente cancerígena". 

A informação foi avançada pela Agência Internacional para a Investigação sobre o Cancro (AIIC).

 

Em causa está a relação entre a radiação emitida pelos telemóveis e dois tipos de cancro : o glioma um cancro maligno que se desenvolve a partir de células do sistema nervoso e o neuroma acústico que é operável.

 

Escusado será dizer, a maior parte dos estudos sobre a "radiação" são financiados pelas empresas que ganham dinheiro a fabricar os aparelhos que a emitem.

Para adoptar a classificação de “possivelmente cancerígeno”, a comissão científica da OMS cita apenas um estudo, de 2004,  que demonstra um aumento de 40% de risco de contracção de glioma nos chamados usuários “pesados”, aqueles que utilizam os aparelhos 30 minutos por dia durante um período superior a dez anos.

Uma equipe de 31 cientistas de 14 países, tomou a decisão depois de analisar estudos revisados por especialistas sobre a segurança de telefones celulares/telemóveis.

A equipa encontrou provas suficientes para classificar a exposição pessoal como “possivelmente cancerígena para os seres humanos.”

Isto significa que não existem estudos suficientes a longo prazo para concluir se a radiação dos telefones celulares/telemóveis é segura, mas há dados suficientes que mostram uma possível conexão, e que os consumidores devem ser alertados.

O tipo de radiação que sai de um telefone celular/telemóvel é chamado de não-ionizante. Não é como um raio-X, mas mais como um forno de micro-ondas de baixa potência.

“O que a radiação do celular/telemóvel faz, em termos mais simples, é semelhante ao que acontece aos alimentos no micro-ondas: cozinha o cérebro”, disse Keith Black ao site da CNN, neurologista do Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles.

A OMS classifica os fatores do ambiente em quatro grupos: cancerígenos – ou causadores de câncer/cancro – para o homem; possivelmente cancerígeno para os seres humanos; (.)...

O tabaco e o amianto estão na categoria “cancerígeno para os seres humanos”. Chumbo, gases de escape/escapamento do carro e clorofórmio estão listados como “possivelmente cancerígeno para os seres humanos”.

O anúncio foi feito do escritório da OMS em Lyon, na França, após o número crescente de pedidos de cautela sobre o risco potencial da radiação do celular.

A Agência Europeia do Ambiente pediu mais estudos, dizendo que os telefones celulares/telemóveis podem ser tão nocivos para a saúde pública quanto o tabagismo, o amianto e a gasolina.

 

 

 

 

 

 

 

O que pode fazer por si?

- Usar o menor possível esse aparelho

- Desligar totalmente o aparelho quando não necessita dele

- Desligar sempre de noite quando está a dormir

- Mantê-lo o mais longe possível de si

- Quando falar, utilize auriculares e/ou alta voz

- Restringir o uso pelas crianças

- Só utilizar quando for absolutamente necessário

 

Nota:

Tenho cada vez mais conhecimento sobre doentes, chegam do hospital com diagnóstico de tumor cerebral. De facto a doença "coincide" com o lado que o doente usava o telemóvel/celular.

 

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Ter | 27.11.18

A hidroterapia

Medicinas Alternativas
 

Eis uma dica rápida de saúde que se pode fazer no chuveiro. A hidroterapia é um tipo de medicina natural que usa a água para restaurar a saúde e aliviar a dor. Pode incluir banhos de vapor, saunas, banhos aos pés e similares, mas esses métodos de hidroterapia exigem maior compromisso de tempo. Se não tiver muito tempo, pode facilmente inserir uma sessão de hidroterapia enquanto está no chuveiro. Basta alternar entre temperatura da água quente e fria e vai desfrutar de um impulso na circulação, uma diminuição da inflamação e uma desintoxicação em todo o corpo.

Às vezes é bom forçar o corpo para além da zona de conforto, a fim de activar os mecanismos internos de cura. Alternar entre imersões em água fria e quente ajuda a aliviar a dor, revitalizar energia e eliminar as toxinas do sistema. 

Quando expõe o corpo à água fria, os vasos sanguíneos contraem-se, movendo o sangue para os órgãos internos. A água quente faz exactamente o oposto, provocando a dilatação dos vasos sanguíneos, o que liberta resíduos dos tecidos orgânicos. Quando alterna entre ambas as temperaturas, a circulação move-se para dentro e para fora, o que liberta fluxos sanguíneos bloqueados, melhora a desintoxicação, e contribui para a distribuição e absorção de nutrientes.

A hidroterapia é igualmente relaxante e estimulante, de modo que pode praticar esta dica de saúde ao tomar o banho de chuveiro matinal.

- Primeiro, molhe todo o corpo, incluindo o rosto, a uma temperatura confortável.
- Depois, aumente lentamente a temperatura da água até ficar tão quente quanto consiga suportar. Vá devagar, porque não quer escaldar a pele!
- Em seguida, diminua a temperatura para frio. Vá realmente além da sua zona de conforto, porque a água fria não o pode prejudicar.
- Alterne entre sete ciclos de calor e sete ciclos de frio.
Oiça mesmo o seu corpo. Com o tempo, será capaz de suportar temperaturas mais extremas. Considere investir em filtros de chuveiro com cartuchos de carbono substituíveis, para não ficar exposto a muitos dos produtos químicos tóxicos − como o cloro (em alguns países também o flúor) − que contamina(m) o abastecimento de água. 

 

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Fonte: https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/a-hidroterapia-em-casa-195158 

Ter | 27.11.18

Medicina convencional mata muita gente

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 Na semana em que nasce a primeira associação de apoio a vítimas de negligência médica em Portugal, uma investigação da Visão, conta-lhe vários casos que têm estado fora dos holofotes mediáticos. Seguem-se apenas alguns poucos exemplos dos muitos que sucedem em Portugal.

Os dados apontam que em alguns países europeus como a Alemanha, os erros médicos ou negligência médica mais as suas drogas farmacêuticas são a 3ª causa de morte. No EUA os erros médicos e as drogas farmacêuticas são de longe a 1ª causa de morte.

Aqui ficam alguns casos que foram registados em Portugal:

Até ao Tribunal Europeu

- O marido de Isabel Fernandes morreu 
em 1997, depois de uma operação, aparentemente simples, a pólipos nasais. 
Em Portugal, não só nunca lhe deram razão, como arrastaram o caso por quase 20 anos. Mas, em 2015, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem condenou o Estado a pagar-lhe uma indemnização de 39 mil euros, criticando o tempo excessivo para analisar o caso.

Cadeira de rodas

- Entrou no British Hospital, em 2009, para uma operação ao tendão de Aquiles e ficou numa cadeira de rodas. Isabel Pestana recorreu à Justiça, mas a instituição foi sempre negando culpas. Até que, em 2016, o Supremo Tribunal de Justiça condenou o serviço privado ao pagamento de 95 mil euros de indemnização.

Tumor de 1 quilo

- Um dos casos mais falados em 2016 foi o da jovem de 19 anos a quem nunca terá sido detectado um tumor cerebral – apesar de, segundo a família, ter ido onze vezes à urgência do Hospital Padre Américo, em Penafiel. Três anos a pedir ajuda aos serviços de saúde não foram suficientes para alguém desconfiar dos desmaios e descontrolo urinário de Sara Moreira, que nunca terá sido submetida a uma TAC. Só a autópsia, em 2013, permitiria saber a verdade, descoberta tarde demais: um tumor cerebral superior a um quilo (1,67kg). Contactado pela VISÃO, o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa esclareceu apenas que “existe uma acção da família no tribunal administrativo e fiscal de Penafiel para efeitos de indemnização”. Estando a decorrer um processo de inquérito no DIAP de Penafiel, o caso encontra-se em segredo de justiça.

Amputada

- Depois de esperar quatro anos por uma cirurgia às varizes, no Hospital Garcia de Orta, em Almada, Anabela Borges, 38 anos, acabou com a perna esquerda parcialmente amputada, em 2012. Até este desfecho, Anabela foi operada cinco vezes depois de lhe ter sido cortada uma artéria em vez de uma veia. Contactado pela "Visão", o hospital esclareceu que chegou “a acordo com a utente Anabela Borges, na sequência dos acontecimentos que conduziram à amputação de uma perna após uma cirurgia às varizes”. Recusando-se a revelar o valor, o Garcia de Orta adianta que indemnizou a doente afectada, “como forma de compensação pelos danos causados”. 

No livro "Segurança dos Doentes -- uma abordagem prática", do cirurgião cardiotorácico que foi apresentado salvo erro em 2010, em Lisboa, o director do serviço de Cardiologia do Hospital de Santa Marta, em Lisboa, aborda um tema que lhe é caro e que sempre defendeu: a segurança dos doentes.

José Fragata lembra que, em cada cem internamentos hospitalares, ocorrem dez eventos adversos (conhecidos como erros médicos), dos quais 30 por cento terão "consequências nefastas" e cinco por cento efeitos "muito graves" que podem conduzir à morte. José Fragata sublinha que "a ocorrência de eventos adversos não tem só custos de danos físicos e psíquicos para os doentes (as suas primeiras vítimas), mas afecta ainda a reputação de profissionais e das instituições (as suas segundas vítimas), predispondo ao litígio e à quebra de confiança entre as partes". Mas existem outras consequências: o agravamento dos custos "por perdas de eficiência relacionadas, predominantemente, com os aumentos do tempo de internamento".

"É verdadeiramente muito mais económico tratar sem complicações do que remediá-las", escreve o cirurgião, enumerando, além dos custos hospitalares directos, os custos sociais indirectos, perda de dias, indemnizações, entre outros. O autor indica nesta obra estimativas sobre quanto os eventos adversos oneram os custos da saúde: quatro por cento do orçamento geral do Ministério da Saúde, sendo este valor de dois por cento só para os eventos adversos evitáveis.

Segundo José Fragata, "da totalidade dos eventos adversos, cerca de 50 a 60 por cento seriam totalmente evitáveis". Escreve o autor que "o peso dos erros não terá tanto a ver com a frequência da sua ocorrência, mas também com o impacto e a gravidade dos eventos adversos por eles contaminados". O especialista exemplifica com a área da prescrição, na qual a frequência de eventos adversos "será grande, mas nem sempre as suas consequências serão gravosas.

É contudo sabido que quanto mais perigosos os fármacos , maior o risco de efeitos adversos que provocam, e quanto mais diferenciada e extensa uma intervenção cirúrgica, maior o risco de consequências graves, em caso de acidente". "Não espanta assim que os acidentes, envolvendo a cirurgia e a área dos cuidados intensivos tenham um peso maior, baseado na gravidade dos danos produzidos", lê-se no livro. O médico defende que "sempre que ocorre um incidente ou acidente, este deve ser imediatamente declarado, com o fim de conhecer a sua incidência e estudar os seus mecanismos de ocorrência e, também, para evitar que se repita".

 

Nota:

Quem não se recorda dos casos das mortes dos comandos/militares em que tudo leva a crer o médico poderá ter sido negligente?

E do comissário da TAP?

Só nos últimos 27 ou 28 anos morreram no EUA 3 milhões de pessoas devido às drogas farmacêuticas. Esta já é a principal causa de morte nesse país. Acresce a isto os imensos casos de erros médicos, faz subir ainda mais esta cifra já demasiado negra.

Em 2014, a caixa de previdência alemã, AOK, reportou que devido a erros médicos ocorreram 19.000 mortes "facilmente evitáveis" de pacientes em clínicas.

Desde 2016 existem cada vez mais vozes a afirmarem na comunicação social em como as cifras negras são muito mais altas, apontando para 100.000 mortes anuais de pacientes devido a erros médicos e mais 100.000 mortes devido às drogas farmacêuticas, perfazendo assim 200.000 mortes a cada ano.

Assim sendo, porque não se faz como na prevenção rodoviária em que os números de mortes são muito inferiores aos dos erros médicos?

Quantos morrem ao certo em Portugal devido a erros médicos? E devido às drogas farmacêuticas?

E no Brasil? E em Cabo-Verde? 

Existem estatísticas para quase tudo, até para as coisas mais banais contudo não existem estatísticas em Portugal sobre este assunto grave!

 

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Fontes:

https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/quantos-morrem-em-portugal-devido-a-186337 

Ter | 27.11.18

Epidemia de drogados nas escolas tugas

Medicinas Alternativas
 
Jovens alunos em Portugal quase triplicam consumo de drogas/fármacos farmacêuticas!
Já as vendas de fármacos para controlar o défice de atenção duplicaram entre 2010 e 2016. Entendidos dizem que estamos perante um problema de saúde pública!

A droga farmacêutica para favorecer a concentração de crianças com perturbação de hiperactividade e défice de atenção, também conhecido como comprimido da "inteligência"(!), teve um aumento muito significativo entre 2010 e 2016, noticia o Jornal de Notícias (JN).

A mesma publicação alerta que a taxa de alunos que tomam fármacos chega aos 80%(!) nas turmas do ensino privado, segundo o psicólogo Eduardo Sá. Mas o número também está a crescer nas escolas públicas!

Nos últimos sete anos, segundo os dados da consultora QuintilesIMS e do Infarmed, as embalagens comercializadas mais do que duplicaram.

No ano passado, este tipo de medicamentos vendeu 270 mil embalagens em Portugal, mais do que o dobro das 133 mil vendidas no ano anterior.

O psicólogo Eduardo Sá ouvido pelo JN diz que estamos diante um problema de enorme gravidade. O especialista diz que houve pais que lhe contaram que lhes disseram: “Tem aqui um fármaco. Agora a escolha é sua, depende da sua vontade que o seu filho tenha melhores notas ou não”.

 

Obs.:

- Que pais são estes que permitem que os próprios filhos passem por esta triste situação?

- Porque a ordem dos médicos está tão calada relativamente a este descalabro? Estará ela demasiado ocupada em lutas pelo poder?

- Porque a direcção geral de saúde não actua perante este perigo de saúde pública?

- Quem receita este tipo de drogas farmacêuticas, terá consciência como está a prejudicar a saúde das crianças?

- As escolas e seus directores têm noção que estão a contribuir para este descalabro?

- A sociedade tem noção que poderá ter o seu futuro comprometido ?

 

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Ter | 27.11.18

A máfia tuga

Medicinas Alternativas
 

Marques Mendes, na SIC, mostrou-se chocado com o caso das "Máfias do Sangue", manifestou estranheza por ainda ninguém ter denunciado o caso de favorecimento à Octapharma e disse desconhecer o assunto, que se arrasta desde 1999.

E eu fico chocado com o seu desconhecimento: à época, o Director Geral adjunto da Octapharma era Jaime Gomes. Este foi afinal também sócio da "JMF-Projects & Business", cujos sócios principais eram Miguel Macedo, Jaime Gomes e, Marques Mendes.

Paulo Morais

 

Portugal é dos únicos países da Europa que não aproveita o plasma seguro dos seus dadores benévolos, anónimos e voluntários. A maior parte do plasma dos nossos dadores acaba no lixo e depois o país gasta milhões a comprar plasma de dadores estrangeiros à Octapharma.

Quem ganha com este negócio? Por que é que há mais de 20 anos que Portugal não consegue aproveitar o plasma dos seus dadores?

Portugal chegou a gastar 70 milhões euros em hemoderivados. De facto, se aproveitasse o plasma dos seus 500 mil dadores benévolos para fazer estes medicamentos, teria poupado milhões de euros nos últimos anos. Vários governos tentaram fazer esse aproveitamento, mas nunca conseguiram e, desta forma, a indústria farmacêutica continuou a vender plasma estrangeiro e a ganhar milhões. TVI / Alexandra Borges.

O antigo presidente do INEM e da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, o médico Luís Cunha Ribeiro, foi detido, pela Polícia Judiciária, por suspeita de corrupção.

Os crimes de corrupção, recebimento indevido de vantagem e branqueamento de capitais podem ter durado desde 1999 até ao ano passado. O Ministério Público acredita que o Estado pode ter sido lesado em cerca de 100 milhões de euros. O bastonário dos médicos diz que negócio do plasma já era falado há alguns anos. Mas nada fez para alertar para este tipo de corrupção.

 

Obs.:

A medicina exercida em Portugal mais parece entregue à "máfia".

E os doentes que pensam sobre mais este triste caso mafioso?

 

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Ter | 27.11.18

Industria farmaceutica age como a mafia

Medicinas Alternativas
 

O médico dinamarquês Peter Gøtzsche , 67, não é um homem de meias palavras.

Ele compara a indústria farmacêutica ao crime organizado e a considera uma ameaça à prática da medicina segura.

Isso é fato, não é acusação. Ela [a indústria] sabe que determinada acção é errada, criminosa, mas continua fazendo de novo e de novo. É o que a máfia faz. Esses crimes envolvem práticas como forjar evidências e fraudes”, diz.

Professor na Universidade de Copenhaga e um dos que ajudaram a fundar a Cochrane (rede de cientistas que investigam a efectividade de tratamentos), ele acaba de lançar livro “Medicamentos Mortais e Crime Organizado.

Como a indústria farmacêutica corrompeu a assistência médica” (Bookman Editora). Recém traduzida para o português, a obra tem causado alvoroço no meio médico.

Gøtzsche reconhece os êxitos da indústria no desenvolvimento de drogas para tratar infecções, alguns tipos de câncer, doenças cardíacas, diabetes, mas expõe no livro dados que demonstram falhas na regulação de medicamentos e os riscos que muitos deles causam à saúde.

No início do mês, ele proferiu uma palestra no congresso mundial de medicina de família (Wonca), que ocorreu no Rio de Janeiro, onde deu entrevista à Folha.

Folha – O sr. compara a indústria farmacêutica ao crime organizado. É uma acusação muito séria. O sr. está sendo processado?

Peter Gøtzsche – Não, porque isso é um fato, não é uma acusação.

A indústria sabe que determinada acção é errada, criminosa, mas continua fazendo de novo e de novo.

É o que a máfia faz.

Esses crimes envolvem práticas como forjar evidências, extorsões e fraudes.

Está bem documentado.

Eles dizem que os exemplos que cito no meu livro são velhos, que as práticas hoje são outras.

Mas é mentira.

Eu documentei crimes cometidos pelas dez maiores farmacêuticas entre 2007 e 2012. Esses crimes estão crescendo, e isso não é surpresa.

Por outro lado, a indústria produz drogas que trazem benefícios, certo?

Sim, alguns medicamentos trazem grandes benefícios. mas meu livro não é sobre os já bem conhecidos benefícios que algumas drogas trazem.

Meu livro é sobre as falhas de todo um sistema, da descoberta, produção, marketing e regulação das drogas.

O sr. é especialmente crítico em relação à área da psiquiatria. Por quê?

As drogas psicotrópicas têm provocado muitos danos aos pacientes e podem se tornar ainda piores quando eles tentam interrompê-las porque aparecem os sintomas da abstinência, mas os psiquiatras muitas vezes negam isso.

Eles aprenderam com a indústria farmacêutica que nunca devem culpar a droga, mas sim a doença.

Não sei de outra especialidade médica onde haja tanto excesso de diagnóstico e de tratamento ou onde os danos dos medicamentos sejam tão debilitantes e persistentes em relação aos benefícios.

Felizmente, alguns dos psiquiatras já perceberam que sua especialidade está em crise, então há esperança.

Mas essas drogas passam pelo crivo de agências reguladoras, que levam em conta os riscos e benefícios. Ou não?

Agências regulatórias têm feito um trabalho muito pobre por diferentes razões.

Elas falam com a indústria farmacêutica, mas não falam com os pacientes.

Para ter uma nova droga aprovada só é preciso provar que ela é melhor do que placebo, mas os efeitos colaterais não são levados muito em conta.

Esses danos são pouco estudados. Quanto mais estudos você faz, mais chances você terá de achar problemas.

Uma droga precisaria ser efetiva e segura, mas isso não acontece em muitos casos.

Qual a saída?

O processo de regulação tem que ser melhorado.

É preciso que as agências tenham mais independência e transparência e também encorajar as iniciativas que exponham as ligações das farmacêuticas com médicos e outros profissionais da saúde, associações de pacientes e periódicos científicos.

Qual a principal mensagem para pacientes e médicos?

Não confiem nos estudos publicados pela indústria farmacêutica.

Muitas drogas são ineficazes e muito mais perigosas do que as pessoas imaginam.

É uma tragédia dupla: as pessoas estão morrendo por causa de medicamentos e muitas vezes nem precisariam deles.

Por essa razão, médicos devem prescrever menos remédios do que fazem hoje.

 

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Fonte:

epharma

https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/medico-lanca-alerta-industria-171905 

Ter | 27.11.18

Os parasitas

Medicinas Alternativas
 

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 3,5 mil milhões de pessoas no mundo sofrem de algum tipo de infecção parasitária. Ou seja, cerca de metade da população mundial! Um parasita é qualquer organismo que vive e se alimenta de outro organismo. Ele toma e consome os nutrientes do nosso corpo e, assim fazendo, enfraquece o nosso organismo. Eles podem ser encontrados em muitas formas diferentes e podem desenvolver-se em todo o corpo. Na maioria das vezes, porém, vivem nos intestinos humanos.

Alguns comem a nossa comida, fazendo com que tenhamos fome mesmo depois das refeições e dificuldade de ganhar peso. Outros consomem nossos glóbulos vermelhos, causando anemia. A presença de vermes e parasitas (como ameba) no nosso corpo deve ser detectada por meio de exames laboratoriais.

Mas existem sinais que servem de de alerta para uma possível infestação parasitária.

Dez sintomas de uma possível presença de vermes e parasitas no seu corpo.

1. Fadiga, cansaço, depressão ou sensação de apatia com frequência.

2. Diarreia.

Vermes e parasitas geralmente atacam o revestimento do intestino, o que leva a uma constante ocorrência de problemas intestinais.

3. Problemas de pele: eczema, erupções cutâneas, urticária, lesões papulosas e feridas.

4. Problemas como ansiedade, nervosismo, alterações de humor, depressão, ansiedade e esquecimento.

5. Problemas de sono, como insónia, ranger os dentes enquanto dorme, enurese (urinar na cama involuntariamente) e sono perturbado.

6. Problemas de peso e de apetite, como dificuldade de ganhar ou perder peso, obesidade de longa data, emagrecimento anormal, perda de apetite ou fome incontrolável.

7. Problemas musculares e articulares, incluindo dor muscular, dor nas articulações, dormência das mãos e/ou pés, dor no umbigo, dor no tórax e dores artríticas.

8. Diagnóstico de anemia por deficiência de ferro

9. Problemas reprodutivos, forte TPM, infecções do trato urinário, quistos e miomas, problemas menstruais, problemas de próstata e retenção de líquido.

10. Síndrome do intestino irritável, que é um dos sinais mais comuns de parasitas no corpo, pois grande parte deles se fixa nas paredes intestinais, causando uma inflamação no órgão.

Se sentir dois ou mais desses sintomas, é bom consultar um especialista convencional ou tradicional e pedir a ele exames que confirmem ou não a presença de parasitas.

Mas fique atento: é muito importante fazer exames em bons laboratórios, pois alguns não adoptam metodologias confiáveis no caso de exame de fezes. Há bons recursos caseiros para eliminar parasitas.

 

Primeiro, enfraqueça e mate de fome os vermes e parasitas deixando de consumir açúcar e alimentos processados . A maioria deles gosta de açúcar e de tudo que se transforma em açúcar (como massas, pão, pizzas). Além disso, comer mais fibras ajuda o corpo a se livrar de vermes e parasitas. Eles detestam alho, repolho cru, cenoura ralada crua, óleo de coco, abacaxi, gengibre, açafrão-da-índia, babosa (aloé vera), hortelã, sementes de abóbora, sementes de romã, sementes de mamão.

Comer regularmente esses alimentos, criará um ambiente hostil para os vermes e os parasitas no seu organismo. Um bom remédio para eliminar vermes e parasitas é o chá de alho e gengibre.

 

Ingredientes

- 3 dentes de alho

- 3  fatias finas de gengibre

- 750 mL de água

 

Como preparar:

Colocar os alhos picados e as fatias de gengibre em um tacho. Adicionar a água e ferver na temperatura mais baixa. Quando levantar fervura, deixar cozinhar por mais cinco minutos, retirar do lume e deixar esfriar por dez minutos.

Tome duas a três vezes por dia antes das refeições.

O melhor horário é logo que se inicia o dia e em jejum.

 

Nota:

Nos países latinos é muito habitual as pessoas estarem infectadas com parasitas, devido ao consumo de carne, especialmente a de porco e ao consumo de açúcar. A medicina convencional não sabe como eliminar eficazmente os parasitas.

 

Fonte:

Naturopatia

 
Que o teu alimento seja o teu único medicamento! Hipócrates - Pai da Medicina