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As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

Qui | 13.12.18

Mais outra pessima droga

Medicinas Alternativas
 

Paracetamol e masculinidade

O paracetamol é um dos medicamentos mais populares para aliviar a dor. Mas, se você está grávida, deve pensar duas vezes antes de tomar o medicamento.

Como não seria aceitável fazer a pesquisa em humanos, cientistas usaram um modelo animal, e descobriram que o paracetamol, prejudica fortemente o desenvolvimento da fisiologia e dos comportamentos masculinos, o que eles afirmam que é "muito preocupante".

"A área do cérebro que controla o desejo sexual - o núcleo dimórfico sexual - tinha metade dos neurónios nos camundongos/ratos/cobaias que receberam paracetamol em relação aos camundongos de controle. A inibição da testosterona também levou a uma redução pela metade da actividade em uma área do cérebro que é significativa para características masculinas," explicou o Dr. David Mobjerg Kristensen, da Universidade de Copenhague/Copenhaga -Dinamarca.

Estudos anteriores já haviam demonstrado que o paracetamol pode inibir o desenvolvimento do hormônio/hormona sexual masculino - testosterona - nos fetos masculinos, aumentando assim o risco de má-formação dos testículos. Mas um nível reduzido de testosterona na fase fetal também é significativo para os comportamentos dos machos adultos.

"Nós demonstramos que um nível reduzido de testosterona significa que as características masculinas não se desenvolvem como deveriam. Isso também afecta o desejo sexual. Em um experimento, os camundongos expostos ao paracetamol no estágio fetal simplesmente não conseguiram copular da mesma maneira que nossos animais de controle. A programação masculina não foi adequadamente estabelecida durante o desenvolvimento fetal, o que pode ser visto muito tempo depois na vida adulta. É muito preocupante," disse Kristensen.

Paracetamol durante a gravidez pode inibir masculinidade dos filhosImagem: CC0 Public Domain/Pixabay

 

Não dá para testar em humanos

A dosagem administrada aos camundongos foi muito próxima da dosagem recomendada para mulheres grávidas. Como os ensaios ficaram restritos a camundongos, os resultados não podem ser transferidos directamente para humanos.

No entanto, os pesquisadores afirmam que a certeza que eles têm sobre os efeitos prejudiciais do paracetamol para a masculinidade significa que seria eticamente inaceitável realizar os mesmos ensaios em humanos.

 

Testosterona

A testosterona é o principal hormônio sexual masculino, que ajuda a desenvolver o corpo masculino e a programação masculina do cérebro.

Os comportamentos masculinos observados pelos pesquisadores nos camundongos envolveram agressividade a outros camundongos, capacidade de copular e a necessidade de marcação territorial. Os animais submetidos ao medicamento na fase fetal reagiram significativamente mais passivamente do que o normal para os três parâmetros. Eles não atacavam outros machos, não conseguiam copular e se comportavam mais como as fêmeas quando se tratava da marcação territorial pela urina.

 

Risco do paracetamol para mulheres

O estudo centrou-se no efeito do paracetamol nas características masculinas, mas os pesquisadores ressaltam que o paracetamol durante a gravidez também tem o potencial de influenciar as vidas subsequentes das camundongos fêmeas. Em 2016, eles já haviam publicado um estudo mostrando que camundongos fêmeas tinham menos ovos em seus ovários se suas mães tivessem tomado paracetamol durante a gravidez.

 

Obs.:

Há já vários estudos que afirmam, as drogas farmacêuticas e sobretudo as vacinas provocam alterações acentuadas no comportamento.

O comportamento chega a ser tão alterado, através dessas drogas, que as tendências homossexuais aumentaram em flecha coincidindo com a introdução dos diversos fármacos/vacinas.

A droga paracetamol, é acusada de provocar embotamento emocional, de ser ineficaz nas dores de costas e se tomada durante a gravidez causar autismo.

 

Temas relacionados:

Tem dores?

Receita para dores nas articulações

Dinamarca: Estudo avisa que anti-inflamatórios podem ser perigosos

UE: Lista de fármacos que em Portugal não deve tomar

Analgésicos perigosos

Paracetamol: Afinal, não alivia a dor

Os homens e/ou quem sofre do coração deviam saber...

Colesterol: Fármacos são completamente inúteis

 

Fontes:https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/paracetamol-na-gravidez-inibe-a-230255 

Qui | 13.12.18

Mais outra péssima droga

Medicinas Alternativas
 

Paracetamol e masculinidade

O paracetamol é um dos medicamentos mais populares para aliviar a dor. Mas, se você está grávida, deve pensar duas vezes antes de tomar o medicamento.

Como não seria aceitável fazer a pesquisa em humanos, cientistas usaram um modelo animal, e descobriram que o paracetamol, prejudica fortemente o desenvolvimento da fisiologia e dos comportamentos masculinos, o que eles afirmam que é "muito preocupante".

"A área do cérebro que controla o desejo sexual - o núcleo dimórfico sexual - tinha metade dos neurónios nos camundongos/ratos/cobaias que receberam paracetamol em relação aos camundongos de controle. A inibição da testosterona também levou a uma redução pela metade da actividade em uma área do cérebro que é significativa para características masculinas," explicou o Dr. David Mobjerg Kristensen, da Universidade de Copenhague/Copenhaga -Dinamarca.

Estudos anteriores já haviam demonstrado que o paracetamol pode inibir o desenvolvimento do hormônio/hormona sexual masculino - testosterona - nos fetos masculinos, aumentando assim o risco de má-formação dos testículos. Mas um nível reduzido de testosterona na fase fetal também é significativo para os comportamentos dos machos adultos.

"Nós demonstramos que um nível reduzido de testosterona significa que as características masculinas não se desenvolvem como deveriam. Isso também afecta o desejo sexual. Em um experimento, os camundongos expostos ao paracetamol no estágio fetal simplesmente não conseguiram copular da mesma maneira que nossos animais de controle. A programação masculina não foi adequadamente estabelecida durante o desenvolvimento fetal, o que pode ser visto muito tempo depois na vida adulta. É muito preocupante," disse Kristensen.

Paracetamol durante a gravidez pode inibir masculinidade dos filhosImagem: CC0 Public Domain/Pixabay

 

Não dá para testar em humanos

A dosagem administrada aos camundongos foi muito próxima da dosagem recomendada para mulheres grávidas. Como os ensaios ficaram restritos a camundongos, os resultados não podem ser transferidos directamente para humanos.

No entanto, os pesquisadores afirmam que a certeza que eles têm sobre os efeitos prejudiciais do paracetamol para a masculinidade significa que seria eticamente inaceitável realizar os mesmos ensaios em humanos.

 

Testosterona

A testosterona é o principal hormônio sexual masculino, que ajuda a desenvolver o corpo masculino e a programação masculina do cérebro.

Os comportamentos masculinos observados pelos pesquisadores nos camundongos envolveram agressividade a outros camundongos, capacidade de copular e a necessidade de marcação territorial. Os animais submetidos ao medicamento na fase fetal reagiram significativamente mais passivamente do que o normal para os três parâmetros. Eles não atacavam outros machos, não conseguiam copular e se comportavam mais como as fêmeas quando se tratava da marcação territorial pela urina.

 

Risco do paracetamol para mulheres

O estudo centrou-se no efeito do paracetamol nas características masculinas, mas os pesquisadores ressaltam que o paracetamol durante a gravidez também tem o potencial de influenciar as vidas subsequentes das camundongos fêmeas. Em 2016, eles já haviam publicado um estudo mostrando que camundongos fêmeas tinham menos ovos em seus ovários se suas mães tivessem tomado paracetamol durante a gravidez.

 

Obs.:

Há já vários estudos que afirmam, as drogas farmacêuticas e sobretudo as vacinas provocam alterações acentuadas no comportamento.

O comportamento chega a ser tão alterado, através dessas drogas, que as tendências homossexuais aumentaram em flecha coincidindo com a introdução dos diversos fármacos/vacinas.

A droga paracetamol, é acusada de provocar embotamento emocional, de ser ineficaz nas dores de costas e se tomada durante a gravidez causar autismo.

 

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Tem dores?

Receita para dores nas articulações

Dinamarca: Estudo avisa que anti-inflamatórios podem ser perigosos

UE: Lista de fármacos que em Portugal não deve tomar

Analgésicos perigosos

Paracetamol: Afinal, não alivia a dor

Os homens e/ou quem sofre do coração deviam saber...

Colesterol: Fármacos são completamente inúteis

 

Fontes:https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/paracetamol-na-gravidez-inibe-a-230255 

Qui | 13.12.18

Mais outra vacina que nao funciona

Medicinas Alternativas
 

Por que, se as vacinas funcionam, a Coreia do Sul está experienciando ano após ano aumentos nos surtos de catapora (varicela) já que sua adesão obrigatória da vacina (97%) atinge quase o cumprimento universal?

Em 2005, a vacina contra a catapora (varicela) foi obrigatória na Coreia do Sul para lactentes de 12 a 15 meses de idade. Apesar da adesão das vacinas ser quase universal (97% até 2011) [1] , em vez de ver uma carga reduzida de catapora na Coreia do Sul, como seria de esperar, não foram observadas reduções substanciais em todo o país. Muito pelo contrário, o número de pacientes com catapora relatados para os Centros Coreanos de Controle e Prevenção de Doenças (KCDC) aumentou de 22,6 casos para 100.000 em 2006, e de 71,6 casos para 100.000 em 2011.

Surto de Catapora Aumenta Conforme Aumenta a Obrigatoriedade da Vacina, diz Estudo Sul-Coreano
A pergunta óbvia emerge: Se a vacina da catapora é eficaz, por que uma população cujas taxas de vacinação têm vindo a aumentar ano após ano, vendo as taxas crescentes da infecção?

Este flagrante fracasso da vacinação contra a catapora na Coreia do Sul levou um grupo de pesquisadores coreanos a realizar uma série de estudos para compreender melhor o impacto da vacinação contra a catapora na Coreia do Sul, cujos resultados foram publicados no início deste ano na revista Clinical and Vaccine Immunology em um estudo intitulado “A Catapora e a Vacinação contra Catapora na Coreia do Sul.”

A equipe de pesquisa coreana realizou um estudo de casos, um estudo de controle de caso e um estudo de imunogenicidade e segurança, a fim de identificar as razões para a falha da vacina. Os resultados foram relatados do seguinte modo:

* Estudo baseado em casos: “Cento e setenta e seis crianças com catapora menores de 16 anos de idade foram incluídas no estudo, das quais 80 (45,5%) eram do sexo feminino e 19 (11,1%) eram mais jovens do que 1 ano. O maior número de pacientes pertencia à faixa etária de 1 a 4 anos, com idade média de 4,6 ± 3,2 anos e idade média de 4 anos.” “Entre os 152 pacientes com catapora que tinham 1 ano de idade ou mais, 139 pacientes (91,4%) foram vacinados.” [enfase adicionada]

* Estudo de controle de caso: “Cento e trinta e cinco pacientes com catapora com menos de 16 anos de idade estavam inscritas, sua idade média foi de 4,8 ± 3,2 anos e a taxa de cobertura da vacinação contra a catapora foi de 91,7% nos pacientes com mais de 1 ano de idade. O avanço da catapora foi confirmado em 82,2% de todos os casos inscritos de catapora, e todos os casos de vacinados contra a catapora foram de avanço da infecção” .

* Estudo de imunogenicidade e segurança: “Um total de 126 crianças saudáveis foram vacinadas com uma dose única de Suduvax (Green Cross, Coreia do Sul). Quatro crianças perdidas para o seguimento e duas crianças com pre-vacinação de anticorpo fluorescente para antígeno de membrana (FAMA) foram excluídas da análise. Das 120 crianças restantes, a taxa de seroconversão (anticorpos contra a catapora detectáveis) e a média geométrica dos resultados para o anticorpo FAMA foram 76,67% e 5,31, respectivamente (Tabelas 3 e 4) .4). As reações adversas foram analisadas para um total de 126 crianças. As reações adversas locais foram observadas em 16 crianças (12,7%), incluindo 12 casos de eritema, 4 casos de inchaço, 6 casos de sensibilidade e 3 casos de petequias. As reações adversas sistêmicas foram observadas em 15 crianças (11,9%), incluindo 12 casos de febre, 2 casos de tremores, 3 casos de cansaço e 3 casos de erupção cutânea que não se pareciam com catapora. Eventos adversos graves ocorreram em três crianças (2 enterites por rota vírus, 1 faringite aguda), mas eles não foram considerados relacionados à vacina.

Os pesquisadores compararam dados pré-licenciados sobre a vacina Suduvax para os resultados da pesquisa acima mencionados, e descobriram que a vacina na prática tem imunogenicidade “muito menor”, concluindo que: “A Suduvax (Green Cross, Coréia do Sul) pode não ser imunogênica o suficiente para ser eficaz na prevenção da catapora na Coréia do Sul.”

O presente estudo prospectivo de caso e estudo de controle de caso sugere que a maioria dos casos de catapora ocorrendo na Coréia do Sul são causados ​​por avanço da infecção em indivíduos compatíveis com as vacinas. Um avanço da infecção é definido quando um receptor de vacina que contrai a própria doença que a vacina pretende evitar, seja através da infecção da estirpe de vacina ou uma estirpe de tipo selvagem.

 

Além disso, os pesquisadores observaram que:

“O avanço da doença é alegadamente mais suave do que a catapora em indivíduos não vacinados (27), mas o nosso estudo mostrou que a vacinação contra a catapora não parece aliviar os sintomas clínicos, embora os pacientes vacinados foram mais atendidos nos ambulatórios com avaliação menos grave da doença por seus parentes.”

Considere que a justificativa final para qualquer intervenção clinicamente desnecessária como a vacinação, se o benefício de intervir supera os danos de não fazê-lo. É um fato empírico irredutível que você não pode provar com absoluta certeza que uma única vacina jamais impediu qualquer doença, porque o resultado benéfico projetado sempre será um acontecimento sem importância (isto é, não estar infectado com a doença). Em outras palavras, você não pode provar causa-e-efeito quando a causa (vacinação) só pode ser ligada a um efeito não-empírico (não contrair a doença específica da vacina) que pode ser atribuída, logicamente, à nossa imunidade natural adaptativa. Você pode, por outro lado, vincular a vacinação a efeitos adversos com infinitamente mais plausibilidade. No caso da vacina contra a catapora, por exemplo, não só são imediatas ou quase imediatas as reações agudas observáveis ​​em 1 em cada 4 receptores da vacina, mas pelo menos duas dúzias de efeitos adversos à saúde – alguns incluindo efeitos crônicos e com risco de vida – foram documentados na literatura biomédica.

 

Claramente, se as vacinas não funcionam para prevenir a própria doença para a qual elas são projetadas, e a probabilidade de ser prejudicado é alta, o que justifica seu uso por mais tempo?

A vacina contra a catapora não é uma exceção, no que diz respeito ao fracasso. Como relatamos recentemente em outra população asiática, os chineses têm uma das maiores taxas de captação de vacinas contra o sarampo no mundo, mas continuamente enfrentam surtos de sarampo. A falha da vacina, de fato, é tão extensamente documentada, que é perturbador como qualquer um que promova a conscientização da vacina autêntica – ou seja, sensibilizando as castas públicas e profissionais para a pesquisa publicada sobre seus efeitos não intencionais, adversos e/ou não efetivos – é reflexivamente caracterizado pelo campo pró-vacina como sendo uma pessoa “anti-vacina”, “anti-ciência”. Além das antípodas da vacina ‘pró’ e ‘anti’, está a verdade. E uma vez que a vacinologia e a agenda pró-vacina são ostensivamente “baseadas em evidências”, a crítica deve permanecer focada na própria pesquisa, e não naqueles que relatam sobre ela ou simplesmente exercem seus direitos legais e responsabilidade (onde ainda é sacrossanto) optar – fora desta intervenção.

 

Nota:

Na China, a vacinação do sarampo tornou-se um fiasco. Segundo estudos chineses, após a vacinação surgiram surtos de sarampo!

 

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Fontes:https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/coreia-do-sul-surto-de-varicelacatapora-213554