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As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

Seg | 17.12.18

Saude emcional e mental

Medicinas Alternativas
 

Manter a saúde mental e emocional é um processo diário e que pode ser alcançado através de atitudes simples e que estão ao alcance de (quase) todos.

Para ter uma vida melhor é preciso estar com a saúde em dia. E ao falar de saúde não se deve pensar apenas numa abrangência física. O organismo humano é um todo composto por aspectos fisiológicos, mentais, emocionais e espirituais. Portanto, para estar com uma boa saúde é preciso considerar esses quatro aspectos. Hoje falaremos sobre a saúde mental e emocional e relacionar dicas para mantê-las.

De acordo com Wilfredo Rodriguez, em seu artigo “Como manter a saúde mental”, na página cibernética Saúde e Lar, afirma que saúde mental “consiste numa relação equilibrada entre as emoções (sentimentos), atitudes (pensamentos) e acções (comportamentos)”. Sendo assim, deduzimos que a mente e a emoção andam bem próximas. Muitas são as causas que podem ocasionar problemas mentais, dentre eles traumas psicológicos do passado, situações de forte desequilíbrio emocional e também outras causas de cunho genético. Todos nós estamos passivos a ter comprometimentos mentais, assim como podemos adoptar comportamentos preventivos para nos manter saudáveis, tanto no aspecto mental como emocional.

Saúde emocional não é a mesma coisa que saúde mental, mas ambas estão relacionadas, afinal, uma pessoa mentalmente doente não pode estar emocionalmente saudável. Na verdade, muitas vezes são os problemas de ordem emocional que causam as complicações mentais. Por isso é muito importante cuidar tanto de uma como de outra. Veja como a OMS (Organização Mundial de Saúde) define saúde emocional:

“Saúde emocional é um estado de bem-estar onde o indivíduo realiza suas próprias habilidades, lida com os factores estressantes normais da vida, trabalha produtivamente e é capaz de contribuir com a sociedade.”

Algumas pessoas se encontram em estágios onde é indispensável a interferência de um profissional, mas quando não é este o caso, pode-se evitar que muitos problemas surjam no decorrer da vida. E não são atitudes difíceis. Na verdade, todos nós podemos adoptá-las no dia a dia.

 

Melhore o pensamento

O pensamento actua como um ponto de partida. Pensamos, sentimos e depois exteriorizamos. Nossas emoções vêm do pensamento. Se alimentarmos hábitos negativos, ou melhor, pensamentos negativos, eles irão com o tempo se tornar uma realidade, seja através de palavras ou de acções. Se você quer ter saúde mental e emocional evite o negativismo.

 

Seja optimista

Adopte pensamentos de esperança e optimismo, mesmo quando a situação não for favorável. Lembrando que este é um processo diário e que deve ser mantido em todos os segmentos, seja no lar, no trabalho ou em sociedade. Da mesma forma que acostumamos e ficamos viciados com o negativo, acontece com o positivo, basta praticar.

 

Faça o que gosta

É preciso ter satisfação na vida. Ela é uma emoção que faz com que a pessoa sinta bem-estar, amor por si e pelos outros. Ter um passatempo, fazer uma actividade física, sair com os amigos ou com a família, todos esses são hábitos que geram satisfação e vontade de desfrutar bem os prazeres da vida.

 

Evite o isolamento

A solidão é uma experiência que deve ser vivida dentro dos seus limites e é necessária muita maturidade para isso. Mesmo que você goste dos seus momentos de solidão, nunca deixe ultrapassar a normalidade. Procure pessoas, faça amigos, esteja com eles, converse, se distraia.

 

Tenha sonhos e objectivos

Os sonhos alimentam nossa alma, nos faz ter vontade de viver e predisposição para a felicidade. Pense no que você quer conquistar, anote suas metas, estabeleça prazos. Ocupe-se com os seus sonhos e corra atrás deles.

Na verdade existem muitas formas de prevenir problemas de ordem mental e emocional. Neste artigo relacionamos o que é indispensável para o equilíbrio neste aspecto. Muitos hábitos podem ajudar como ter um animal de estimação, estabelecer um diálogo saudável em família, estudar, fazer parte de um grupo, enfim, são muitas as possibilidades e isso pode variar de acordo com cada pessoa. O que importa é ter a consciência de que o cuidado é a chave para uma boa saúde. Não dê muita importância ao que é negativo, não comprometa sua saúde alimentando raiva e ressentimentos. Lembre-se que a harmonia parte do comportamento de cada um de nós.

 

Algumas das emoções frequentes:

+ Agressão vs. Tolerância

+ Ansiedade vs. Calma

+ Apatia vs. Empatia

+ Dependência vs. Autonomia

+ Emoções vs. Lógica

+ Pessimismo vs. Optimismo

 

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Fonte:https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/manter-a-saude-emocional-e-mental-209692 

Seg | 17.12.18

Telemovel

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A comunicação internacional/mídia informou em 2017 Abril 21, sob o título "Tumor através de telemóvel/celular é reconhecido como doença profissional" segundo o veredicto de um tribunal italiano de Ivrea, em 2017 Março 30.

A vítima usou o telemóvel/celular durante 15 anos pelo menos 3 h por dia.

O seguro de acidentes concedeu-lhe uma reforma/pensão mensal de 500 euros.

O perito, Prof. Paolo Crosignani, salientou que com o telemóvel/celular, tal como com o amianto, o princípio da precaução deve estar assegurado.

O veredicto do tribunal é um sinal inequívoco para as autoridades de saúde, segurança social/previdência, associações dos médicos e DGS, que não podem continuar a ignorar este grave problema de saúde. E os médicos deviam abandonar a ideia errónea de que as ondas-electromagnéticas são inócuas.

 

Já em 2012, houve um julgamento em tribunal onde ficou evidente a conexão entre a doença e o telemóvel/celular

Em um julgamento anterior, o Supremo Tribunal de Itália confirma em 2012 Outubro 01, a decisão do tribunal de Brescia. Após o veredicto, a INAIL teve de indemnizar o Sr. Marcolini, um trabalhador que, devido a anos de uso do telemóvel/celular contraiu um tumor cerebral.

 

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Fontes:https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/radiacao-do-telemovelcelular-tumor-205471

Dom | 16.12.18

Laboratórios sempre a inventar

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As doenças inventadas
Você já ouviu falar na “Síndrome de Sissi”? Trata-se de um transtorno descoberto, ou melhor, inventado em 1998, na Alemanha, que ocorre supostamente quando pessoas depressivas encobrem seu abatimento com um comportamento activo e positivo diante da vida. Ou seja, quem é activo, pratica esporte/desporto, tenta levar uma vida positiva, estaria doente e precisaria ser tratado com medicamentos. O nome “Síndrome de Sissi” foi dado a essa “doença” psíquica por causa da imperatriz austríaca Sissi, que, segundo os “inventores” desse transtorno, teria sido muito activa para compensar sua depressão.

 

Sabe como surgiu essa doença? 

Simplesmente assim: ela foi criada no sector de publicidade de uma empresa farmacêutica, que tinha uma pílula para vender, mas ainda não tinha uma doença que pudesse ser tratada com ela. Inventou-se então uma história convincente, porém aventureira, com base em literatura histórica, escolhendo uma figura famosa para exemplificar a enfermidade, nesse caso Sissi. O próximo passo foi convidar médicos e psicólogos alemães para um “kick-off meeting” na ilha de Mallorca, na Espanha (com todas as despesas pagas pela indústria farmacêutica, claro), que foram então convencidos da existência da doença. Alguns meses depois, na Alemanha, houve uma entrevista coletiva, onde médicos e psicólogos comunicaram ao público a existência do transtorno e que cerca de três milhões de pessoas no país sofreriam desse mal. Assim a “Síndrome de Sissi” nasceu e se espalhou em seguida pelo mundo. Felizmente a farsa foi desmascarada mais tarde pelo jornalista Jörg Blech, da revista alemã “Der Spiegel”.

Você achou isso assustador?

Pois bem, prepare-se então para se assustar mais ainda, pois há muitos outros exemplos de como a indústria farmacêutica manipula dados e inventa doenças somente com o objectivo de aumentar seus lucros.

Outra invenção é a “menopausa masculina”, que seria uma falta do hormônio/hormona testosterona em homens acima dos cinquenta, que causaria mau humor e que precisaria de tratamento. Aqui mais uma vez o mesmo modelo: uma empresa havia inventado um gel de testosterona e não tinha ainda uma utilidade para ele. Então, pegou-se um fenómeno natural, que é a redução desse hormônio/hormona no corpo masculino com o passar do tempo, criou-se um valor de referência fictício, classificando todos os homens com nível de testosterona abaixo dele como doentes. E, imagine o absurdo: essa doença foi criada na verdade por uma agência de publicidade contratada pela empresa.

A ganância da indústria é tão grande que não basta a fortuna que já ganha com as doenças reais. Para ganhar mais, ela transforma comportamentos tidos antigamente como normais em enfermidades, já apresentando o produto ideal para tratá-las.

Nos Estados Unidos, enfermidades psíquicas são definidas no catálogo DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, em português: Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), que é utilizado em todo o mundo como base para o diagnóstico para transtornos psíquicos. Em cada nova edição desse manual, surgem novas doenças. A versão actual do DSM-5 foi revisada por psiquiatras e psicólogos com o objectivo de melhorar os critérios de diagnóstico. Críticos alertam para o fato dessa nova edição ter mudado os critérios de tal modo que pessoas psiquicamente saudáveis podem ser vistas como enfermas, com consequências sérias para o paciente.

Por exemplo, os critérios para o diagnóstico de uma depressão: segundo o DSM-5, o paciente tem que preencher cinco de nove critérios para receber esse diagnóstico, entre eles tristeza, fadiga, falta de motivação e o sentimento de não ter valor como ser humano. O problema aqui é que os critérios definidos não existem somente no caso de uma depressão, mas também, por exemplo, quando uma pessoa está de luto, após ter perdido um ente querido. Na versão anterior do catálogo, um luto de até dois meses era considerado normal. Na versão actual, uma pessoa que se sinta triste pela morte de alguém já pode logo ser considerada depressiva. Uma situação de tristeza normal, inerente ao ser humano, pode então ser transformada facilmente em patologia.

Também os critérios para demência na velhice foram alterados, permitindo que o esquecimento normal decorrente da degeneração física de uma pessoa idosa já possa ser classificado como patológico. O mesmo vale para as mudanças dos critérios de diagnóstico para ADHS, que podem fazer com que o comportamento de crianças e adolescentes em fases difíceis de seu desenvolvimento seja visto como um transtorno.

O problema aqui, segundo os críticos, como o jornalista Jörg Blech, é que muitos dos psicólogos e psiquiatras que revisaram o catálogo DSM trabalham para a indústria farmacêutica, não são independentes e defendem interesses de quem simplesmente quer vender mais medicamentos. O resultado é uma alteração de critérios ou mesmo a criação de enfermidades que claramente beneficiam a indústria.

Até mesmo a Sociedade Alemã de Psiquiatria e Psicoterapia, Psicossomática e Neurologia (Deutsche Gesellschaft für Psychiatrie und Psychotherapie, Psychosomatik und Nervenheilkunde e.V. – DGPPN) admite que muitas das “novas doenças” apresentadas no DSM-5 não são transtornos, mas comportamentos normais do ser humano.

Além das “novas doenças”, a indústria farmacêutica usa sua influência também para reduzir os valores de referência já há muito conhecidos, como valores de pressão arterial, glucose ou colesterol. Enquanto que em 1990, por exemplo, um valor de glucose de até 144 mg/dl era considerado normal, hoje vale o limite de 120 mg/dl. Essa redução do valor de referência fez aumentar em 50% o consumo de medicamentos para diabetes. Outro exemplo: em 2002, o nível máximo de colesterol considerado normal era de 240 mg/dl. Hoje, esse valor caiu para 200 mg/dl, o que representa um aumento de 150% nas vendas de medicamentos nessa área. Aqui também se registra/regista uma forte ligação dos médicos que recomendaram essa redução dos valores de referência com a indústria farmacêutica.

 

Quer mais?
Pois bem, os médicos franceses Philippe Even e Bernard Debré, autores do Guia dos 4000 medicamentos úteis, inúteis e perigosos (Guide des 4000 médicaments utiles, inutiles ou dangereux), afirmam que metade de todos os medicamentos prescritos por médicos na França são inúteis, 20% apresentam riscos aos  pacientes e 5% são perigosos. Eles afirmam ainda que a indústria gasta 5% para a pesquisa, 15% para o desenvolvimento e 10% para a fabricação dos medicamentos, enquanto investe 45% em publicidade e tráfico de influências.

Infelizmente, outro fato conhecido é o forte lobby/grupo de pressão (chantagistas) da indústria farmacêutica e sua a influência sobre decisões tomadas pela classe política nesse sector.

 

O que fazer?
O problema é complexo e seria errado supor que todos os médicos (ou outros profissionais da área de saúde) estariam apoiando as falcatruas da indústria farmacêutica. Muitos são simplesmente ingénuos ao acreditar nas recomendações de sociedades internacionais ou nacionais. E há muitos que são críticos, não apoiam tais práticas e até as questionam abertamente.

Seria também errado supor que todas as empresas do ramo recorrem a tal tipo de manipulação para aumentar seu lucro. E nem toda pesquisa sofre influência da indústria e há novas doenças que realmente existem.

Mas devemos ficar atentos e ter cuidado. Como pacientes, devemos ligar as antenas e ser críticos, buscar um médico realmente de confiança e, na dúvida, consultar mais de um médico e ouvir várias opiniões. Devemos também ser críticos em relação às mídias/comunicação social, que, muitas vezes, na ânsia de vender notícias, divulgam a descoberta de supostas novas doenças, servindo de marionetes/bonecos para a indústria farmacêutica e convencendo muita gente saudável de que estariam doentes.

Eu, como paciente, sei que não é fácil perceber o que está por trás de uma receita que recebo. Mas entendo que sou eu o principal responsável pela minha saúde física e mental e quero sempre saber exactamente do médico o que ele está me receitando e o motivo, me informando o máximo possível antes de engolir o que quer que seja. Sabemos que há grandes interesses financeiros por trás da medicina alopática/química/convencional, o que significa que todo cuidado é pouco. E é importante também que cada um de nós entenda que há fases difíceis na vida que temos que suportar para crescermos. Correr atrás de “pílulas milagrosas” que nos acalente nessas fases de nada adianta e só serve para apoiar, mesmo que sem querer, essa malandragem da indústria farmacêutica.

 

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Ligações cibernéticas recomendadas:

+ Vídeo: Erfundene Krankheiten – Werden wir zu Patienten gemacht? (Doenças inventadas – Estão nos transformando em pacientes?) – Planet Wissen, WDR

+ Vídeo: Documentário “Das Geschäft mit neuen Krankheiten” (O negócio com as novas doenças) do canal franco-alemão ARTE – via Canal WestDoku no Youtube

+ Guide des 4000 médicaments utiles, inutiles ou dangereux – Philippe Even, Bernard Debré

+ ‘Medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos’, diz Nobel de Medicina
A patologização do comportamento humano

 

Fonte:https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/as-doencas-inventadas-pelas-206311 

Qui | 13.12.18

Mais outra pessima droga

Medicinas Alternativas
 

Paracetamol e masculinidade

O paracetamol é um dos medicamentos mais populares para aliviar a dor. Mas, se você está grávida, deve pensar duas vezes antes de tomar o medicamento.

Como não seria aceitável fazer a pesquisa em humanos, cientistas usaram um modelo animal, e descobriram que o paracetamol, prejudica fortemente o desenvolvimento da fisiologia e dos comportamentos masculinos, o que eles afirmam que é "muito preocupante".

"A área do cérebro que controla o desejo sexual - o núcleo dimórfico sexual - tinha metade dos neurónios nos camundongos/ratos/cobaias que receberam paracetamol em relação aos camundongos de controle. A inibição da testosterona também levou a uma redução pela metade da actividade em uma área do cérebro que é significativa para características masculinas," explicou o Dr. David Mobjerg Kristensen, da Universidade de Copenhague/Copenhaga -Dinamarca.

Estudos anteriores já haviam demonstrado que o paracetamol pode inibir o desenvolvimento do hormônio/hormona sexual masculino - testosterona - nos fetos masculinos, aumentando assim o risco de má-formação dos testículos. Mas um nível reduzido de testosterona na fase fetal também é significativo para os comportamentos dos machos adultos.

"Nós demonstramos que um nível reduzido de testosterona significa que as características masculinas não se desenvolvem como deveriam. Isso também afecta o desejo sexual. Em um experimento, os camundongos expostos ao paracetamol no estágio fetal simplesmente não conseguiram copular da mesma maneira que nossos animais de controle. A programação masculina não foi adequadamente estabelecida durante o desenvolvimento fetal, o que pode ser visto muito tempo depois na vida adulta. É muito preocupante," disse Kristensen.

Paracetamol durante a gravidez pode inibir masculinidade dos filhosImagem: CC0 Public Domain/Pixabay

 

Não dá para testar em humanos

A dosagem administrada aos camundongos foi muito próxima da dosagem recomendada para mulheres grávidas. Como os ensaios ficaram restritos a camundongos, os resultados não podem ser transferidos directamente para humanos.

No entanto, os pesquisadores afirmam que a certeza que eles têm sobre os efeitos prejudiciais do paracetamol para a masculinidade significa que seria eticamente inaceitável realizar os mesmos ensaios em humanos.

 

Testosterona

A testosterona é o principal hormônio sexual masculino, que ajuda a desenvolver o corpo masculino e a programação masculina do cérebro.

Os comportamentos masculinos observados pelos pesquisadores nos camundongos envolveram agressividade a outros camundongos, capacidade de copular e a necessidade de marcação territorial. Os animais submetidos ao medicamento na fase fetal reagiram significativamente mais passivamente do que o normal para os três parâmetros. Eles não atacavam outros machos, não conseguiam copular e se comportavam mais como as fêmeas quando se tratava da marcação territorial pela urina.

 

Risco do paracetamol para mulheres

O estudo centrou-se no efeito do paracetamol nas características masculinas, mas os pesquisadores ressaltam que o paracetamol durante a gravidez também tem o potencial de influenciar as vidas subsequentes das camundongos fêmeas. Em 2016, eles já haviam publicado um estudo mostrando que camundongos fêmeas tinham menos ovos em seus ovários se suas mães tivessem tomado paracetamol durante a gravidez.

 

Obs.:

Há já vários estudos que afirmam, as drogas farmacêuticas e sobretudo as vacinas provocam alterações acentuadas no comportamento.

O comportamento chega a ser tão alterado, através dessas drogas, que as tendências homossexuais aumentaram em flecha coincidindo com a introdução dos diversos fármacos/vacinas.

A droga paracetamol, é acusada de provocar embotamento emocional, de ser ineficaz nas dores de costas e se tomada durante a gravidez causar autismo.

 

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Fontes:https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/paracetamol-na-gravidez-inibe-a-230255 

Qui | 13.12.18

Mais outra péssima droga

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Paracetamol e masculinidade

O paracetamol é um dos medicamentos mais populares para aliviar a dor. Mas, se você está grávida, deve pensar duas vezes antes de tomar o medicamento.

Como não seria aceitável fazer a pesquisa em humanos, cientistas usaram um modelo animal, e descobriram que o paracetamol, prejudica fortemente o desenvolvimento da fisiologia e dos comportamentos masculinos, o que eles afirmam que é "muito preocupante".

"A área do cérebro que controla o desejo sexual - o núcleo dimórfico sexual - tinha metade dos neurónios nos camundongos/ratos/cobaias que receberam paracetamol em relação aos camundongos de controle. A inibição da testosterona também levou a uma redução pela metade da actividade em uma área do cérebro que é significativa para características masculinas," explicou o Dr. David Mobjerg Kristensen, da Universidade de Copenhague/Copenhaga -Dinamarca.

Estudos anteriores já haviam demonstrado que o paracetamol pode inibir o desenvolvimento do hormônio/hormona sexual masculino - testosterona - nos fetos masculinos, aumentando assim o risco de má-formação dos testículos. Mas um nível reduzido de testosterona na fase fetal também é significativo para os comportamentos dos machos adultos.

"Nós demonstramos que um nível reduzido de testosterona significa que as características masculinas não se desenvolvem como deveriam. Isso também afecta o desejo sexual. Em um experimento, os camundongos expostos ao paracetamol no estágio fetal simplesmente não conseguiram copular da mesma maneira que nossos animais de controle. A programação masculina não foi adequadamente estabelecida durante o desenvolvimento fetal, o que pode ser visto muito tempo depois na vida adulta. É muito preocupante," disse Kristensen.

Paracetamol durante a gravidez pode inibir masculinidade dos filhosImagem: CC0 Public Domain/Pixabay

 

Não dá para testar em humanos

A dosagem administrada aos camundongos foi muito próxima da dosagem recomendada para mulheres grávidas. Como os ensaios ficaram restritos a camundongos, os resultados não podem ser transferidos directamente para humanos.

No entanto, os pesquisadores afirmam que a certeza que eles têm sobre os efeitos prejudiciais do paracetamol para a masculinidade significa que seria eticamente inaceitável realizar os mesmos ensaios em humanos.

 

Testosterona

A testosterona é o principal hormônio sexual masculino, que ajuda a desenvolver o corpo masculino e a programação masculina do cérebro.

Os comportamentos masculinos observados pelos pesquisadores nos camundongos envolveram agressividade a outros camundongos, capacidade de copular e a necessidade de marcação territorial. Os animais submetidos ao medicamento na fase fetal reagiram significativamente mais passivamente do que o normal para os três parâmetros. Eles não atacavam outros machos, não conseguiam copular e se comportavam mais como as fêmeas quando se tratava da marcação territorial pela urina.

 

Risco do paracetamol para mulheres

O estudo centrou-se no efeito do paracetamol nas características masculinas, mas os pesquisadores ressaltam que o paracetamol durante a gravidez também tem o potencial de influenciar as vidas subsequentes das camundongos fêmeas. Em 2016, eles já haviam publicado um estudo mostrando que camundongos fêmeas tinham menos ovos em seus ovários se suas mães tivessem tomado paracetamol durante a gravidez.

 

Obs.:

Há já vários estudos que afirmam, as drogas farmacêuticas e sobretudo as vacinas provocam alterações acentuadas no comportamento.

O comportamento chega a ser tão alterado, através dessas drogas, que as tendências homossexuais aumentaram em flecha coincidindo com a introdução dos diversos fármacos/vacinas.

A droga paracetamol, é acusada de provocar embotamento emocional, de ser ineficaz nas dores de costas e se tomada durante a gravidez causar autismo.

 

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Os homens e/ou quem sofre do coração deviam saber...

Colesterol: Fármacos são completamente inúteis

 

Fontes:https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/paracetamol-na-gravidez-inibe-a-230255 

Qui | 13.12.18

Mais outra vacina que nao funciona

Medicinas Alternativas
 

Por que, se as vacinas funcionam, a Coreia do Sul está experienciando ano após ano aumentos nos surtos de catapora (varicela) já que sua adesão obrigatória da vacina (97%) atinge quase o cumprimento universal?

Em 2005, a vacina contra a catapora (varicela) foi obrigatória na Coreia do Sul para lactentes de 12 a 15 meses de idade. Apesar da adesão das vacinas ser quase universal (97% até 2011) [1] , em vez de ver uma carga reduzida de catapora na Coreia do Sul, como seria de esperar, não foram observadas reduções substanciais em todo o país. Muito pelo contrário, o número de pacientes com catapora relatados para os Centros Coreanos de Controle e Prevenção de Doenças (KCDC) aumentou de 22,6 casos para 100.000 em 2006, e de 71,6 casos para 100.000 em 2011.

Surto de Catapora Aumenta Conforme Aumenta a Obrigatoriedade da Vacina, diz Estudo Sul-Coreano
A pergunta óbvia emerge: Se a vacina da catapora é eficaz, por que uma população cujas taxas de vacinação têm vindo a aumentar ano após ano, vendo as taxas crescentes da infecção?

Este flagrante fracasso da vacinação contra a catapora na Coreia do Sul levou um grupo de pesquisadores coreanos a realizar uma série de estudos para compreender melhor o impacto da vacinação contra a catapora na Coreia do Sul, cujos resultados foram publicados no início deste ano na revista Clinical and Vaccine Immunology em um estudo intitulado “A Catapora e a Vacinação contra Catapora na Coreia do Sul.”

A equipe de pesquisa coreana realizou um estudo de casos, um estudo de controle de caso e um estudo de imunogenicidade e segurança, a fim de identificar as razões para a falha da vacina. Os resultados foram relatados do seguinte modo:

* Estudo baseado em casos: “Cento e setenta e seis crianças com catapora menores de 16 anos de idade foram incluídas no estudo, das quais 80 (45,5%) eram do sexo feminino e 19 (11,1%) eram mais jovens do que 1 ano. O maior número de pacientes pertencia à faixa etária de 1 a 4 anos, com idade média de 4,6 ± 3,2 anos e idade média de 4 anos.” “Entre os 152 pacientes com catapora que tinham 1 ano de idade ou mais, 139 pacientes (91,4%) foram vacinados.” [enfase adicionada]

* Estudo de controle de caso: “Cento e trinta e cinco pacientes com catapora com menos de 16 anos de idade estavam inscritas, sua idade média foi de 4,8 ± 3,2 anos e a taxa de cobertura da vacinação contra a catapora foi de 91,7% nos pacientes com mais de 1 ano de idade. O avanço da catapora foi confirmado em 82,2% de todos os casos inscritos de catapora, e todos os casos de vacinados contra a catapora foram de avanço da infecção” .

* Estudo de imunogenicidade e segurança: “Um total de 126 crianças saudáveis foram vacinadas com uma dose única de Suduvax (Green Cross, Coreia do Sul). Quatro crianças perdidas para o seguimento e duas crianças com pre-vacinação de anticorpo fluorescente para antígeno de membrana (FAMA) foram excluídas da análise. Das 120 crianças restantes, a taxa de seroconversão (anticorpos contra a catapora detectáveis) e a média geométrica dos resultados para o anticorpo FAMA foram 76,67% e 5,31, respectivamente (Tabelas 3 e 4) .4). As reações adversas foram analisadas para um total de 126 crianças. As reações adversas locais foram observadas em 16 crianças (12,7%), incluindo 12 casos de eritema, 4 casos de inchaço, 6 casos de sensibilidade e 3 casos de petequias. As reações adversas sistêmicas foram observadas em 15 crianças (11,9%), incluindo 12 casos de febre, 2 casos de tremores, 3 casos de cansaço e 3 casos de erupção cutânea que não se pareciam com catapora. Eventos adversos graves ocorreram em três crianças (2 enterites por rota vírus, 1 faringite aguda), mas eles não foram considerados relacionados à vacina.

Os pesquisadores compararam dados pré-licenciados sobre a vacina Suduvax para os resultados da pesquisa acima mencionados, e descobriram que a vacina na prática tem imunogenicidade “muito menor”, concluindo que: “A Suduvax (Green Cross, Coréia do Sul) pode não ser imunogênica o suficiente para ser eficaz na prevenção da catapora na Coréia do Sul.”

O presente estudo prospectivo de caso e estudo de controle de caso sugere que a maioria dos casos de catapora ocorrendo na Coréia do Sul são causados ​​por avanço da infecção em indivíduos compatíveis com as vacinas. Um avanço da infecção é definido quando um receptor de vacina que contrai a própria doença que a vacina pretende evitar, seja através da infecção da estirpe de vacina ou uma estirpe de tipo selvagem.

 

Além disso, os pesquisadores observaram que:

“O avanço da doença é alegadamente mais suave do que a catapora em indivíduos não vacinados (27), mas o nosso estudo mostrou que a vacinação contra a catapora não parece aliviar os sintomas clínicos, embora os pacientes vacinados foram mais atendidos nos ambulatórios com avaliação menos grave da doença por seus parentes.”

Considere que a justificativa final para qualquer intervenção clinicamente desnecessária como a vacinação, se o benefício de intervir supera os danos de não fazê-lo. É um fato empírico irredutível que você não pode provar com absoluta certeza que uma única vacina jamais impediu qualquer doença, porque o resultado benéfico projetado sempre será um acontecimento sem importância (isto é, não estar infectado com a doença). Em outras palavras, você não pode provar causa-e-efeito quando a causa (vacinação) só pode ser ligada a um efeito não-empírico (não contrair a doença específica da vacina) que pode ser atribuída, logicamente, à nossa imunidade natural adaptativa. Você pode, por outro lado, vincular a vacinação a efeitos adversos com infinitamente mais plausibilidade. No caso da vacina contra a catapora, por exemplo, não só são imediatas ou quase imediatas as reações agudas observáveis ​​em 1 em cada 4 receptores da vacina, mas pelo menos duas dúzias de efeitos adversos à saúde – alguns incluindo efeitos crônicos e com risco de vida – foram documentados na literatura biomédica.

 

Claramente, se as vacinas não funcionam para prevenir a própria doença para a qual elas são projetadas, e a probabilidade de ser prejudicado é alta, o que justifica seu uso por mais tempo?

A vacina contra a catapora não é uma exceção, no que diz respeito ao fracasso. Como relatamos recentemente em outra população asiática, os chineses têm uma das maiores taxas de captação de vacinas contra o sarampo no mundo, mas continuamente enfrentam surtos de sarampo. A falha da vacina, de fato, é tão extensamente documentada, que é perturbador como qualquer um que promova a conscientização da vacina autêntica – ou seja, sensibilizando as castas públicas e profissionais para a pesquisa publicada sobre seus efeitos não intencionais, adversos e/ou não efetivos – é reflexivamente caracterizado pelo campo pró-vacina como sendo uma pessoa “anti-vacina”, “anti-ciência”. Além das antípodas da vacina ‘pró’ e ‘anti’, está a verdade. E uma vez que a vacinologia e a agenda pró-vacina são ostensivamente “baseadas em evidências”, a crítica deve permanecer focada na própria pesquisa, e não naqueles que relatam sobre ela ou simplesmente exercem seus direitos legais e responsabilidade (onde ainda é sacrossanto) optar – fora desta intervenção.

 

Nota:

Na China, a vacinação do sarampo tornou-se um fiasco. Segundo estudos chineses, após a vacinação surgiram surtos de sarampo!

 

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Fontes:https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/coreia-do-sul-surto-de-varicelacatapora-213554 

 

Qua | 12.12.18

Azeite e oleo de coco

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Hoje em dia, as pessoas estão se afastando de óleos tradicionais, como o óleo de canola, soja e milho devido as altas hipóteses/chances destes óleos serem transgénicos e possivelmente tóxicos.

A maioria das pessoas quando perguntadas sobre o que elas usam como uma alternativa saudável, dirão imediatamente azeite. O azeite é realmente uma opção saudável, uma vez que ele não contém gordura trans ou colesterol.

Mas e o óleo de coco?

Ó óleo de coco ainda é novo para muitas pessoas, mas é importante enfatizar que ele é da mesma categoria do azeite. O óleo de coco tem a mesma quantidade de calorias que o azeite e também é sem gordura trans e colesterol.

A diferença entre os dois é que o óleo de coco é uma fonte de gordura saturada, o ácido láurico, enquanto o azeite não é uma fonte de gordura saturada. A gordura saturada costumava ser inaceitável no mundo da saúde, mas agora com a pesquisa científica adequada, o mito foi finalmente quebrado, mostrando que as gorduras saturadas à base de plantas, como o óleo de coco são seguras e até benéficas para a saúde.

O ácido láurico é encontrado no leite materno e é rico em antioxidantes, e como outros triglicérides de cadeia média, ele pode ajudar o corpo a absorver minerais e nutrientes. O óleo de coco é usado até mesmo como um suplemento para a perda de peso, uma vez que ele tem a capacidade de nos fazer sentir mais satisfeitos por mais tempo. Além disso, devido à capacidade do óleo em produzir cetonas, tomar óleo de coco regularmente pode ajudar a restaurar a actividade cerebral e ajudar as doenças mentais.


Portanto, é evidente que o óleo de coco é nutricionalmente benéfico para a nossa saúde e é altamente preferível a outros óleos refinados, em especial aqueles que são transgénicos. Mas o óleo de coco tem outros usos práticos também.

O coco tem um ponto de temperatura/cocção mais alto do que o azeite e muitos outros óleos, tornando-o a escolha ideal quando fritar alimentos ou cozinhar em altas temperaturas. Uma vez que um óleo atinge seu ponto de cocção, sua estrutura molecular é alterada, e por isso é melhor usar um óleo que você sabe que tem um ponto de cocção mais alto. O azeite é uma escolha muito ruim para a fritura, mas é óptimo para pratos frios e em saladas, principalmente.

O ponto interessante sobre o óleo de coco é que seu estado é mudado muito facilmente. Acima de 24 º C o óleo está em forma líquida e abaixo ele se transforma em um estado sólido.

O óleo de coco é mais habitualmente usado para assar, fritar ou mesmo em substituição da manteiga ou margarina. Se você não quiser usar a margarina ou a manteiga, ou você está procurando uma opção não-láctea saudável, o óleo de coco pode ser usado exactamente da mesma maneira. Muitas pessoas espalham o óleo de coco em sua torrada, misturando-lo em suas batatas para criar purés ou usam-lo em qualquer receita.

 

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Fonte:https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/azeite-oleo-de-coco-217031 

Seg | 10.12.18

Os graos

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O consumo de grãos regular começou aproximadamente há 10.000 anos, segundo a maioria das estimativas. Antes disso, o ser humano não consumia qualquer espécie de grãos. Estudos mostram que o funcionamento do cérebro humano e capacidade física foi atingida imediatamente muito antes da revolução agrícola dos grãos. Desde o surgimento da agricultura, a evidência arqueológica mostra claramente um declínio gradual na saúde humana. Há mais de 10.000 anos grande parte da população mundial era nómada e portanto recolectora, i.e. colhia o que a natureza lhe dava e gastava o mínimo de energia.

Grãos contêm ácido fítico, um bloqueador mineral que impede a absorção de cálcio, cobre, magnésio, ferro e zinco. O ácido fítico é encontrado no farelo de todos os grãos, assim como no revestimento externo de sementes e frutos secos.  O ácido fítico é encontrado em grãos, nozes, sementes e principalmente em leguminosas.

 A presença dos blocos de fitatos reduz drasticamente a absorção de cálcio, um factor de risco que aumenta a osteoporose e outros problemas relacionados com os dentes e ossos. Infelizmente, muitos médicos (da medicina convencional) e seus nutricionistas receitam uma alimentação de baixo teor de gordura(pobre em vitaminas lipo-solúveis que absorvem os minerais o que é 1 tremendo erro para a saúde), rica em fibras e 1 suplemento de cálcio para pessoas com osteoporose, só que o cálcio não é absorvido de qualquer modo já que os fitatos impedem a sua absorção.

  Além do ácido fítico, que bloqueia a absorção de minerais, temos o glúten (graças à ciência e à indústria) e Lectina.
 Os efeitos do glúten no intestino são geralmente catastróficos a nível do intestino.
 A Lectina, é encontrada em grãos de leguminosas como o feijão, grão de bico, lentilhas e soja, e outros.
 
As Lectinas não são assimiladas durante o processo digestivo e ligam-se a receptores no intestino, permitindo que eles e outras partículas do alimento sigam para a corrente sanguínea. O que não tem nada de saudável para o ser humano! O organismo humano, encara as  lectinas como intrusos tóxicos e assim desencadeia uma acção com o sistema imunológico de modo a eliminá-los.

O glúten e a Lectina destroem a vesícula biliar. A vesícula biliar descarrega os sais biliares que ajudam a digerir os alimentos. Quando os intestinos já estão prejudicados, a bílis não é descarregada.  As areias e as pequenas pedras que se formam, - que habitualmente são removidas cirurgicamente (ou naturalmente com sal Epsom e azeite) - é a consequência da bílis e do colesterol não fluírem normalmente da vesícula biliar.

 

O consumo de grãos aumenta o risco de:

- Ansiedade, depressão e esquizofrenia

- Alergias

- Artrite

- Autismo

- Diabetes

- Doenças auto-imunes, como a tiróide de Hashimoto/Hachimoto

- Infertilidade

- Obesidade

- Vários tipos de cancros, cólon, estômago, linfoma, e do pâncreas

 

A agricultura convencional/intensiva utiliza diversas práticas contranatura, incluindo o uso de fertilizantes fosfatados (nPk), trazendo maior teor de ácido fítico nos alimentos. A aveia, farelo, nozes, diversas sementes e a soja são muito ricos em ácido fítico, alimentos abundantes na alimentação actual.

 

Efeitos do ácido fítico sobre os dentes e ossos:
As pessoas consomem grandes quantidades de ácido fítico  como grãos, nozes, alguns legumes e sementes, padecem de maiores taxas de cáries, de disfunções minerais e ainda osteoporose.

A longo prazo, quando a alimentação carece de minerais ou contém altos níveis de fitatos, ou ambos, o metabolismo diminui, e o organismo entra em modo fome mineral. Então, o organismo, passa a usar o mínimo possível destes minerais. Os adultos até podem permanecer por décadas numa alimentação rica em fitatos, mas as crianças que crescem têm problemas graves pois numa alimentação rica em fitatos, seus corpos sofrem com a carência de cálcio e fósforo, o crescimento ósseo torna-se deficiente, baixa estatura, raquitismo, mandíbulas estreitas e cárie dentária, além da falta de ferro e zinco, gerando anemia e atraso mental. 
Assim como a falta de cálcio e de vitamina D, absorção deficiente devido aos fitatos pode causar malformação dos ossos das pernas (como no caso de raquitismo), pode trazer uma malformação aos maxilares, trazendo problemas de espaço entre os dentes (e daí os aparelhos para as crianças).

 

Apesar de tudo, os dentes e os ossos são capazes de curar a si mesmo em um processo chamado de remineralização. Determinadas células especializadas no centro do dente regeneram a dentina, depois, o esmalte remineraliza do lado externo. É isto que ocorre nos ossos, quando o ácido fítico é removido da alimentação e os minerais / vitaminas solúveis em gordura são adicionados.

Mellanby fez um estudo sobre crianças com cáries e provou esta teoria. Dividiu as crianças em 3 grupos:

1º grupo: alimentação regular com farinha de aveia (rica em ácido fítico)
2º grupo:  alimentação regular + vitamina D
3º grupo: alimentação pobre em ácido fítico + vitamina D.

 

O grupo do ácido fítico com o consumo de nenhuma vitamina D suplementar continuou a obter cáries com pouca ou nenhuma cura. 

O grupo que apenas complementava  vitamina D mostrou alguma cura, mas também teve algumas novas cavidades/cáries.

O grupo que não consumiu ácido fítico e complementava com vitamina D mostrou muito poucas novas cavidades e teve muitas cavidades existentes curadas.

 

  

Como prevenir e eliminar as cáries (através da própria alimentação, sem canais ou restaurações):

A cárie dentária, é apenas uma das muitas versões da nossa moderna nutrição deficiente devido também em grande parte à agricultura convencional/intensiva.
Cáries e problemas de gengivas indicam os problemas que vão muito mais para além da própria  boca.

Dr. Price, um dentista que viajou o mundo todo em busca da relação da nutrição e saúde dos dentes em diversos povos,  encontrou elementos chaves  para prevenir e reverter problemas de dentes e ossos, que são:
A presença de minerais suficientes na alimentação.
A presença de número suficiente de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K2) na alimentação.
Como bio-disponível estes nutrientes são e como o corpo é capaz de absorvê-los, também descobriu que esta é largamente influenciada pela presença de ácido fítico na alimentação.


O que isso significa isto? 

Eliminar o ácido fítico da alimentação. 

Os nossos antepassados sabiam como utilizar os grãos de forma a reduzir o ácido fítico, entre essas técnicas, a germinação e depois a fermentação, mesmo assim não é possível remover em grande parte o tal ácido. Deixar os cereais, feijão, grão e sementes de molho, durante 3 - 5 dias (mudar várias vezes a água) remove em parte o ácido fítico. A cozedura remove em parte o ácido fítico mas também os minerais, as vitaminas e a vitalidade dos alimentos.

   Abaixo temos uma tabela com teor de ácido fítico em certos alimentos: 

Tradução:

Salvado = Farelo; Cacahuetes = Amendoím; Altramuces = Tremoços; Judías = Feijões; Maiz = Milho; Guisantes = Ervilhas; Garbanzos = Ervilhas;  Lentejas = Lentilhas;

Arroz branco e pão branco são de baixo fitato porque seu farelo e o gérmen foram removidos, claro, eles também estão desvitalizados e sem minerais e vitaminas. Mas o conteúdo de fitatos baixo de alimentos ricos em hidratos de carbono/carboidratos refinados pode explicar o motivo de alguém que come farinha branca ou  arroz branco pode parecer ser relativamente saudável e imune a cáries dentárias, enquanto aqueles que comem pão de trigo integral e arroz integral podem sofrer de cáries, perda de massa óssea e outros problemas de saúde.

 

Segundo os elementos citados pelo Dr. Price, além de evitar os grãos, temos de obter quantidade suficiente de vitamina A, vitamina D, sais minerais (principalmente cálcio) e a vitamina K2.

 

- Vitamina A:

A vitamina A exerce numerosas funções importantes no organismo, como acção protectora  na pele e mucosas e papel essencial na função da retina (olhos). Confere elementos de defesa contra as infecções, preside ao crescimento alimentar dos tecidos dando-lhes resistência às enfermidades, desenvolvimento e manutenção  do tecido epitelial. Contribui para o desenvolvimento normal dos dentes e a conservação do esmalte e bom estado dos cabelos e gengivas. (Gengivas também precisam de vitamina C para ficarem livres de infecções) é responsável também pela saúde dos cabelos.

 Ela é encontrada em ovos, peixes, porém, em dietas veganas, a vitamina A é produzida através de betacarotenos por ex. cenouras, vegetais escuros mas é necessário que haja gordura junto a esses betacarotenos, pois a vitamina A é lipossolúvel. As dietas de baixas calorias/gorduras são extremamente deficientes neste ponto.

Carotenos são convertidos por acção de sais biliares quando alguma gordura passa pelo intestino.

 

Vitamina D:

Sua função é absorver cálcio dos alimentos, e regular a relação cálcio/fósforo. Ela aumenta o cálcio e diminui o fósforo  á fim de manter alcalinidade no sangue, que se traduz em remineralizaçao de ossos e dentes.

A vitamina D ajuda o corpo a regular os níveis de açúcar no sangue, desempenhando um papel importante na prevenção do diabetes tipo 2.


Ela  promove também a absorção e transferência de cálcio através das membranas celulares. Essa transferência cálcio é importante não apenas para os ossos, mas também para o bom funcionamento do cérebro e sistema nervoso.

A vitamina D também influencia a absorção de magnésio e zinco. Níveis adequados de cálcio, magnésio e zinco no cérebro são fundamentais para a neurotransmissão. Doenças como a enxaqueca, depressão, ansiedade, pânico, fibromialgia e síndrome do déficit de atenção, têm como base um mau funcionamento na neurotransmissão.

A vitamina D contribui para o equilíbrio hormonal. Estudos científicos associaram sua ingestão à melhora de doenças como ovários policísticos, infertilidade, TPM e enxaqueca menstrual.

Pessoas de pele clara podem produzir vitamina D através de 20 ou 30 minutos de exposição diária ao sol (quando ele se encontra acima de 40 graus). Pessoas de pele negra necessitam de uma exposição de 2 horas, mesmo nos trópicos, essa produção é feita através do colesterol, porém muitos não conseguem isso diariamente, pois ocorrem chuvas, passam o dia fechados em escritórios, etc..  por isso, veganos podem eventualmente de necessitar de suplementar vitamina D3, quando necessário. Omnívoros/oníveros podem obter através de peixes como sardinha e salmão, e uma pequena quantidade em ovos.

 

Vitamina E: 

Ela trabalha em conjunto com as outras vitaminas lipo-solúveis, sua principal função é proteger as células contra o stress/estresse oxidativo, o que se traduz em:

 

- Protejer a sua pele da luz ultravioleta
- Prevenir danos às células dos radicais livres
- Permitir que as células se comuniquem de forma eficaz
 

 Sua deficiência pode resultar em :

- Problemas do sistema digestivo, especialmente má absorção
- Formigamento ou perda de sensibilidade nos braços, mãos, pernas ou pés
- Problemas de fígado ou vesícula biliar

Ela está presente em mangas (maior quantidade), mamão e vegetais escuros como brócolos/brócolis, couve e espinafre, mas como se trata também de uma vitamina Lipo-solúvel, requer alguma quantidade de gordura ingerida em conjunto para ser absorvida.

 

Abóboras de cor amarelada por dentro são excelente fonte dessa vitamina também e devem ser ingeridas com alguma gordura para ser absorvida. Batata-doce e inhame cozidos pode ser outra fonte.

Cozinhar e a exposição ao ar de alimentos ricos nessa vitamina pode deteriorar a mesma. 

 

Vitamina K2:

Outra vitamina lipossolúvel.

 Essa vitamina era na época chamada de activador X, junto com as vitaminas anteriores, produziam efeitos na cura de cáries inacreditáveis nos estudos de Price.

A vitamina K2 é necessária para o cálcio  fazer o seu caminho da corrente sanguínea para os  ossos e dentes e ainda tem a  habilidade de prevenir a formação dos cristais de oxalatos de cálcio, que são componentes que roubam cálcio, contido principalmente em espinafre.

  A vitamina K2 é encontrada sobretudo em fontes animais (manteiga de leite de vaca, fígado de ganso, etc) ou fermentação de bactérias contidas no queijo de leite não pasteurizado e no Natto (feito de soja).

  Veganos que não ingerem a K2, podem ter deficiência, e talvez necessitem suplementar. Suspeita-se que as frutas em processo de fermentação contém essa vitamina em pequenas quantidades. Chucrute parece ser uma outra fonte.  É recomendada a ingestão de 100 mcg/dia da K2.

Lembre-se: vitamina K2 é diferente da vitamina K1 presente nas verduras.

 

Um estudo foi feito, mostrando a relação entre :

A suplementação de vitamina K2 e vitamina D evita as cáries

 Sais minerais , como o cálcio:

 Pode ser obtido através de diversos vegetais, como a couve, brócolos/brócolis, etc... mas devem ser muito bem mastigados para quebrar a celulose.

 

  Dr. Price conseguia excelente resultados em recuperação de cáries utilizando óleo de fígado de bacalhau, que é rico em vitamina A e D, além de leite crú e seus derivados crús (queijo e manteiga sem pasteurização), que tinham a vitamina K2.

  Todos os povos que tinham todos essas vitaminas e minerais em suas dietas, gozavam de saúde bucal excelente, e nunca escovavam seus dentes nem usavam fio dental.

 

  No livro curetoothdecay, existem diversas radiografias mostrando incríveis remineralizações de dentes cariados, usando apenas a associação de vitaminas A, D, E, K2  e sais minerais na alimentação proveniente de alimentos. 

   Outra dica importante é não comer alimentos doces entre várias refeições, pois a remineralização é afectada, é um problema bastante comum em crianças que ingerem bolachas e rebuçados, chocolates ao longo do dia.

 

Conclusão:  Para uma excelente saúde de ossos e dentes:

1- eliminar completamente os grãos da dieta, principalmente os integrais e substituir por frutas ou em situação de escassez usar tubérculos cozidos como batata-doce e abóboras.

2- Não negligenciar o consumo das vitaminas lipo-solúveis ( A, D, E K2) , e utilizar a técnica descrita de comê-las com algum tipo de gordura para que sejam absorvidas.  Saladas nocturnas contendo vegetais verde-escuros, com manga e um molho com gordura feito pepino, aipo, um pouco de coco, tomate, etc..   

3- Se não conseguir tomar sol adequadamente, suplementar a vitamina D (D3).

4- Comer níveis adequados de sais minerais como cálcio (muitas folhas verde escuras) .

5- Para ver se está ingerindo os minerais em quantidade suficiente, use o software cronometer.com

6- Não ficar comendo petiscos doces entre as refeições principais.

7- Enxaguar a boca com água após as refeições. (Ou escovar os dentes com xilitol)

8- Não escovar os dentes após uma refeição de alimentos ácidos como laranjas.

 

Resumindo:

O ácido fítico, prejudica a nossa saúde, especialmente a nível dentário e esqueleto.

Hoje não é possível para 7.000 milhões de habitantes deste planeta sobreviverem como recolectores como no Paleolítico, mas é possível para aqueles que não podem, cultivar os próprios alimentos em lugares pequenos (comparado ao tamanho dos campos convencionais de monocultivo intoxicados e esgotados das herdades/fazendas/campos de agronegócio de hoje em dia), como tem sido demonstrado através da permacultura e agroflorestas em locais que permitem o crescimento de frutíferas e árvores de porte maior.

A agricultura intensiva proporcionou que as plantas se tornassem mais agressivas, desse modo elas passaram a defender-se do modo de viver agressivo da sociedade actual moderna. O ácido fítico também serva para a planta germinar com vigor.

Só uma vida baseada em comunidades auto-suficientes/independentes/autarcas e auto-gestionadas, não dependentes de importação de recursos, pode alcançar a Paz e ter abundância, felicidade e saúde. 

 

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Fonte:https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/os-graos-e-o-impacto-na-saude-dos-193852 

Sab | 08.12.18

Vitamina E

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Vitamina E é um poderoso antioxidante: A vitamina E juntamente com outras vitaminas, tais como vitamina C, vitamina B3, selênio/selénio e glutationa, trabalha contra o estresse/stress oxidativo causado pelos radicais livres dentro de nossos corpos. Se não for devidamente marcada, os radicais livres podem danificar nossas células e, eventualmente, levar a doenças como a aterosclerose e câncer/cancro.

A vitamina E é solúvel na gordura e armazenada no fígado, nos tecidos adiposos, no coração, nos músculos, testículos, útero, sangue, glândulas supra-renais e pituitárias.

 
Esta vitamina é muito requisitada pelos desportistas para ajudar a aliviar cãibras e distensão muscular nas pernas. Porém, os benefícios não param aqui, essa vitamina é necessária para a manutenção estrutural e funcional do sistema esquelético, muscular e cardíaco.

A vitamina E, costumava ser medida pelo peso, mas hoje em dia é designada geralmente segundo sua actividade biológica em Unidades Internacionais. Nesta vitamina, 1 Ul equivale a 1 mg.

A vitamina E existe em várias formas. O que você precisa prestar atenção é o alfa-tocoferol. É a forma mais ativa da vitamina E, é encontrado em maior quantidade ao longo do corpo e, assim, tem a maior importância nutricional. Alfa-tocoferol é encontrado naturalmente nos alimentos, mas também encontrado em suplementos e adicionados aos alimentos fortificados. Outras formas de vitamina E não foram mostrados para contribuir as nossas necessidades de vitamina E. Os suplementos de vitamina E são vendidos em ambos sintético (denominada “D, L”) ou natural (marcado “D”) formas. A pesquisa diz que as formas sintéticas são apenas metade tão activo como formas naturais, por isso é preferível a vitamina E natural.

 

 

Portanto a vitamina E, formada por compostos chamados tocoferóis; dos 8 tocoferóis que a compõem (alfa, beta, gama, deita, ípsilon, zeta, eta e teta), o primeiro é o mais eficaz.

 

Benefícios da vitamina E

- Acelerar a cura de queimaduras.

- Ajudar na prevenção de abortos.

- Aliviar a fadiga.

- Beneficiar a pele.

- Beneficiar o cabelo.

- Funcionando como diurético, pode baixar a pressão sanguínea.

- Manter seu aspecto jovem, retardando o envelhecimento celular causado pela oxidação.

- Fornecer oxigénio ao organismo, fazendo com que você se sinta mais resistente.

- Proteger seus pulmões da poluição atmosférica, associando-se à vitamina A.

- Prevenir e dissolver coágulos sanguíneos.

- Impedir a formação de cicatrizes grossas interna e externamente (quando aplicada topicamente, pois pode ser absorvida através da pele).

- Reduzir o risco de cancro/câncer de bexiga e próstata.

- Reduzir o risco de doença de Alzheimer.


Doenças causadas pela deficiência:
Destruição de células vermelhas do sangue, degeneração muscular, anemias e perturbações reprodutivas. Sintomas de deficiência severa incluem vitamina E induzida por deficiência de ataxia , neuropatia periférica, fraqueza muscular, e danos à retina do olho.

Principais fontes de vitamina E
Existem diversos tipos de alimentos que apresentam a Vitamina E. Podemos citar alguns: Germe de trigo, soja, óleos vegetais biológicos, brócolis/brócolos, couve-de-bruxelas, verduras, espinafre, trigo integra, moringa, cereais integrais, nozes.
Sementes de plantas, especialmente sementes de girassol, amêndoas e avelãs, são ricas fontes de vitamina E.

 

Sugestões:
Se está seguindo dieta rica em óleos poli saturados, vai necessitar de doses mais altas de vitamina E.

O ferro inorgânico (sulfato ferroso) destrói a vitamina E, por isso os dois não devem ser tomados juntos. Se você estiver tomando suplemento que contenha sulfato ferroso, a E deve ser ingerida pelo menos 8 h depois ou antes.

O gluconato ferroso, o peptonato, o citrato ou fumarato (complexos de ferro orgânico) não destroem a E.

Como a vitamina E é solúvel em gordura, o melhor é absorvido quando tomado com uma refeição pouco gordurosas.Siga dietas balanceadas em sua vida e tenha uma vida mais saudável.

Mulheres grávidas ou em período de amamentação, assim como as que tomam pílula anticoncepcional ou hormônios, necessitam maior quantidade de dessa vitamina.

Aconselho às mulheres que estão passando pela menopausa que aumentem a ingestão de vitamina E. O mais recomendado é a mistura de tocoferóis, 400 Ul a 1.200 Ul por dia.

 

Deficiência de vitamina E, é comum?
Não, a deficiência de vitamina E não era comum. Deficiência normalmente ocorre em indivíduos com síndromes de má absorção de gordura (por exemplo, doença de Crohn, doença inflamatória intestinal e doença celíaca) ou a desnutrição protéico-energética. Porém, a agro-indústria que hoje em dia existe, veio agudizar esta situação devido ao uso de pesticidas, OGM, transgénicos, colheitas ainda verdes, fármacos, poluição e aditivos. Os sinais e sintomas desta deficiência incluem neuropatia periférica (danos nos nervos das mãos e pés), o equilíbrio e a coordenação prejudicada, fraqueza muscular e lesões na retina.

 

Suplementos vitamínicos:
E disponível dissolvida em óleo, em cápsulas ou em comprimidos para dispersão em água.

Normalmente fornecida em dosagens que variam entre 100 Ul e 1.000 UI. A forma seca é recomendada para aqueles que têm intolerâncias ao óleo ou cuja pele é prejudicada pelo óleo (o ideal para quem tem mais de 40 anos).

As doses diárias mais usadas são de 200 Ul a 1.200 Ul.

 

Toxicidade:
Essencialmente não tóxica

 

Obs.:

Cuidado se está a tomar drogas farmacêuticas como a Varfarina ou similares. Tomar esta droga farmacêutica com vitamina E pode ser incompatível.

Eu tomo regularmente vitamina E em 2400 UI diárias e conheço amigos que chegam a tomar 10.000 UI diárias, e já tomam há 1 ano. Aqui o grande segredo pode ser o bom funcionamento do fígado.

 

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Fonte:https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/vitamina-e-beneficios-e-doencas-220039 

Sab | 08.12.18

Drogas de laboratorio inuteis

Medicinas Alternativas
 

Indústria farmacêutica contra a parede:

Pesquisa examina 4 mil fármacos/drogas farmacêuticas na/em França e mostra que metade deles são inúteis, dos quais 58 chegam a ser perigosos para quem os utiliza!

 

Levantamento realizado por pesquisadores franceses mostra que metade de todos os fármacos prescritos por médicos na França são inúteis, 20% apresentam riscos aos pacientes e 5% são perigosos. Os autores do Guia dos fármacos, os médicos Philippe Even e Bernard Debré, dedicam 900 páginas para mostrar os resultados de uma avaliação que examinou 4 mil fármacos e os categorizaram em três diferentes grupos: úteis, inúteis e perigosos. Segundo Even e Debré, o governo francês economizaria mais de 10 bilhões de euros ao ano caso retirasse da lista do sistema de saúde os fármacos considerados tecnicamente supérfluos ou que apresentam riscos. Isso ainda poderia prevenir mais de 20 mil mortes causadas pelo uso de fármacos e reduzir até 100 mil internações em hospitais.

Em entrevista à revista Le Nouvel Observateur, que dedicou um dossiê de dez páginas sobre o guia em Setembro, Even, que também é director do Instituto de Pesquisa Necker, disse que a publicação se baseia em informação científica, e que é resultado da análise de milhares de outras publicações. Uma das substâncias questionadas no guia é a estatina, usada no tratamento contra o colesterol alto (o LDL, considerado maléfico em níveis altos no organismo) e aterosclerose. De acordo com os autores, as estatinas são “engolidas” por 3 a 5 milhões de franceses e custam cerca de 2 bilhões/mil milhões de euros por ano ao Estado. Para Even e Debré, esta droga é “completamente desnecessária”. A “lista negra” ainda inclui anti-inflamatórios e fármacos usados para problemas cardiovasculares, diabetes, osteoporose, contracepção, dores musculares e aqueles que são vendidos para acabar com o vício à nicotina.

A repercussão do estudo ainda está preservada na França, onde, porém, tem provocado revolta de médicos e sectores da indústria farmacêutica. Enquanto os autores tentam mostrar o quanto a indústria farmacêutica é a “mais lucrativa, cínica e menos ética das indústrias”, a Federação Francesa de Alergia, por exemplo, afirma que “este livro pode provocar mortes e se baseia em afirmações não comprovadas”. Em Outubro, jornais da França trouxeram a polêmica à tona, com manchetes repercutindo as listas dos fármacos inúteis e dos perigosos. O Le Figaro, por exemplo, dedicou seis reportagens, entre Setembro e Outubro, para abordar o estudo. Em uma delas, fala-se em um “livro chocante” e, na mais recente, já se menciona o “incrível sucesso do Guia de fármacos”.

“O capitalismo tornou-se essencialmente especulativo, visando a rentabilidade. Gerentes de empresas exigem 20% de rendimento por ano, condenando-se a políticas de curto prazo absolutamente contraditórias, com a descoberta de novas drogas, que demandam pelo menos dez anos”, explicou Philippe Even à Observateur, ao ser questionado sobre a lógica das indústrias farmacêuticas em relação à criação de novos fármacos. Mais adiante, Even completa: “Para ganhar mais dinheiro, a indústria tem tentado estender a toda França a ampliação das definições de doenças. E todos nós nos tornamos, assim, os hipertensos, os diabéticos, ou com hipercolesterolemia, com osteoporose. Os laboratórios, com o apoio de muitos especialistas, tem aumentado tratamentos preventivos, dados por 10 a 30 anos, para pessoas saudáveis, para prevenir doenças que jamais terão”.

Ainda sobre a indústria farmacêutica, Even explica que ela alega que gasta 5% para a pesquisa, 15% para o desenvolvimento e 10% para a fabricação, totalmente terceirizada na Índia ou no Brasil. “O sector de saúde está entre os mais lucrativos. Onde está a moralidade? Ele falha por um marketing e por um tráfico de influências para os quais investe nada menos do que 45% do seu volume de negócios”. O dossiê traz, também, artigos sobre a eficácia contestada dos fármacos usados para o combate ao colesterol e a chamada Síndrome de Sissi, um transtorno descoberto em 1998, na Alemanha. Ele ocorre quando pessoas depressivas encobrem seu abatimento com um comportamento activo e positivo diante da vida.

Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, Even disse que a maioria das drogas criticadas no livro são produzidas por laboratórios franceses. Ele acusa a indústria farmacêutica de “empurrar” fármacos a médicos que, depois, empurra-os para os pacientes. “É como um polvo com tentáculos que infiltrou todo o poder de decisão de organizações mundiais de saúde, governos, parlamentos, altas administrações em saúde e hospitais e da profissão médica”.

 

Obs.:

Se em França metade dessas drogas farmacêuticas são inúteis, como será a situação noutros países latinos? Será ainda bem pior? Duvido que seja melhor do que em França.

Em Portugal passa-se uma situação curiosa, a Fundação de Bill Gates e Melinda, patrocinaram com mais de 3 milhões de euros a vacina "portuguesa" contra a "malária" (parasita genéticamente manipulado).  Em breve, o Bill Gates terá uma arma de "esterilização maciça/massiva" (ele já o admitiu publicamente) nas mãos, não há nada como trabalhar em nome da ciência (cientismo). O inferno está cheio de boas intenções!

 

Podem ouvir aqui directamente, quando o ex-CIA Robert Steele admite aquilo que já quase toda a gente deveria saber, pois o Gates já o tornou absolutamente claro. Robert Steele está recomendado para o Prémio Nobel 2017, por Jan H. Kalvik.

 

https://www.youtube.com/watch?v=DV3hhpWVn-s#t=00h08m55s

 

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Fontes:https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/metade-de-4000-farmacos-avaliados-sao-214803