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As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

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Dom | 11.11.18

Doença Parkinson

Medicinas Alternativas
 

Um grupo de cientistas de vários países afirma que a doença de Parkinson, um distúrbio cerebral progressivo, afinal pode ter sua proveniência das disfunções intestinais.

A doença de Parkinson, segundo a medicina alopática não tem cura e a sua origem continua envolta em mistério (como tanto outras doenças).

O que define a Doença de Parkinson são os tremores, a rigidez do tronco e dos membros e a lentidão dos movimentos. 

 

Em Portugal poderá haver cerca de 30.000 doentes a sofrer desta doença. 

Agora, os investigadores acreditam que a doença pode começar nos intestinos antes de atingir o cérebro. 

 

A MTC já há milhares de anos que sabe, o intestino é como um segundo cérebro. A Naturopatia tem há muitos séculos conhecimento da importância supremas do bom funcionamento do intestino na saúde do organismo.

Uma das características deste condicionamento é a formação de um depósito de fibras insolúveis constituídas por uma substância, a sinucleína, enquanto nas pessoas saudáveis estas são encontradas em células nervosas saudáveis, em pessoas com a doença de Parkinson, as sinucleínas deformam-se e passam a aglomerados fibrosos.

 

As indicações de que esta transição pode começar fora do cérebro surgiram há uma década, quando os patologistas clínicos relataram ter encontrado fibras sinucleínas nos nervos do intestino.

Os investigadores alopáticos fizeram várias experiências científicas e constataram que essas fibras soltam-se do intestino para depois se alojarem no cérebro. Após 3 semanas, as fibras foram encontradas na base do cérebro e 2 meses depois elas estavam alojadas em partes do cérebro que controlam a coordenação motora.

A doença de Parkinson resulta da redução dos níveis de dopamina que funciona como um mensageiro químico cerebral nos centros que comandam os movimentos.

Os níveis de dopamina reduzem-se como consequência da morte das células cerebrais que a produzem. No entanto, existem vários factores que contribuem para o risco desta doença, como a história familiar, a exposição a pesticidas ou toxinas industriais, stress, drogas farmacêuticas, alimentação industrial/convencional,os OGM e os transgénicos

 

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