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As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

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Qui | 08.11.18

Drogas farmacêuticas para dormir duplicam risco de Alzheimer

Medicinas Alternativas
 

 

Especialistas alertam, não se deve tomar estes fármacos durante mais de três meses!

O uso prolongado de uma droga farmacêutica prescrita por norma para a ansiedade e a insónia, aumenta o risco de Alzheimer. 

Para além disso, no caso das substâncias activas difenidramina e maleato de clorfeniramina, encontradas nos fármacos para as insónias/dormir e para as alergias, podem aumentar o risco da doença de Alzheimer. Os investigadores alertaram também para o uso de antidepressivos como citalopram e fluoxitina, alguns medicamentos usados no tratamento das alterações urinárias, como a oxibutinina.

Os anticolinérgicos bloqueiam um neurotransmissor do sistema nervoso central, podendo assim provocar efeitos secundários como sonolência, visão turva e até falta de memória.

 História sobre a doença Alzheimer

Em 1906, o neuropatologista alemão Alois Alzheimer descreveu o que vira em Auguste D., sua paciente que acabara de falecer. Aos 51 anos, ela já não conseguia escrever seu próprio nome sem ajuda, estava incapacitada das tarefas domiciliárias e tinha sinais evidentes de desorientação, problemas físicos de de memória e concentração, indecisão, problemas com a linguagem. Na avaliação de Alzheimer, ela parecia prematuramente senil. Era jovem demais para ter sintomas de demência, pois o mal de Alzheimer era considerada uma etapa normal do envelhecimento. Ele chamou a doença de demência pré-senil. Os sintomas da paciente pioraram, até que ela entrou em coma. Quando morreu, aos 55 anos, Alzheimer recebeu o cérebro da mulher para pesquisa. Ao analisar as amostras ao microscópio, três aspectos o surpreenderam. O cérebro estava atrofiado, e o tecido cerebral revelava o acúmulo de uma substância peculiar. Por último, dentro dos neurônios – os transmissores de sinais nervosos – havia emaranhados fibrosos de outra substância que parecia um cordão retorcido. Essas substâncias, chamamos de placas neuríticas e emaranhados neurofibrilares, constituem os aspectos essenciais para distinguir a doença de Alzheimer dos outros distúrbios neurológicos.

10 sinais da doença de Alzheimer

É mesmo doença de Alzheimer ou sinal de envelhecimento?

Enquanto todos temos lapsos de memória esporádicos, os sintomas da doença  de Alzheimer são mais frequentes e decididamente graves. A Academia Brasileira de Neurologia lista dez sinais preocupantes:

  1. Perda de memória que afecta o quotidiano, principalmente ao esquecer eventos recentes.
  2. Dificuldade de realizar tarefas domésticas que você fez a vida toda, como preparar uma refeição.
  3. Problemas de linguagem, como esquecer palavras simples com frequência ou fazer substituições inadequadas.
  4. Desorientação quanto ao tempo e ao espaço – perder-se na própria rua onde mora.
  5. Poder de análise comprometido, como escolher mal a própria roupa.
  6. Problemas com o pensamento abstrato, como ser incapaz de reconhecer o que significam os números em um talão de cheques.
  7. Colocar objectos em lugares errados, como um ferro de passar dentro do frigorífico.
  8. Uma combinação de comportamentos ou alterações de humor como ir de um estado de calma às lágrimas e depois ter um comportamento agressivo sem razão aparente.
  9. Alterações de personalidade, como se tornar introspectivo, desconfiado, medroso ou fora dos padrões sociais normais.
  10. Perda de iniciativa, tornando-se muito passivo e exigindo incentivos ou “deixas” para se envolver nas tarefas.

 

Fontes:

prawdatv

selecções.com.br

movenoticias

zentrumdergesundheit

https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/tomar-farmacos-para-dormir-duplica-56339