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As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

Seg | 20.08.18

Nada substitui o leite materno

Medicinas Alternativas

Foto de news.un.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) publicaram em Abril uma nova orientação com dez passos para aumentar o apoio ao aleitamento materno nas unidades de saúde que prestam serviços de maternidade e para recém-nascidos. A amamentação de todos os bebés nos primeiros dois anos pode salvar a vida de mais de 820 mil crianças com menos de cinco anos todos os anos.

A publicação “Dez passos para o sucesso do aleitamento materno”, em português) sustenta a Iniciativa Hospital Amigo da Criança, lançada em 1991 pela OMS e UNICEF. Essas orientações práticas incentivam novas mães a amamentarem e informa os profissionais de saúde sobre a melhor forma de apoiar o aleitamento materno.

A amamentação é vital para a saúde de uma criança ao longo da vida e reduz os custos para as unidades de saúde, famílias e governos. O aleitamento materno na primeira hora de nascimento protege os recém-nascidos de infecções e salva vidas. Os bebés correm maior risco de morte por diarreia e outras infecções quando são amamentados parcialmente ou não são amamentados. A amamentação também melhora o QI (inteligência), o desempenho e a frequência escolar, além de estar associada a rendas mais altas na vida adulta. Também reduz o risco de cancro de mama nas mães.  

“A amamentação salva vidas. Seus benefícios ajudam a manter os bebés saudáveis em seus primeiros dias e também na idade adulta”, disse a directora executiva do UNICEF, Henrietta H. Fore. “Mas a amamentação requer apoio, encorajamento e orientação. Com estes passos básicos, implementados adequadamente, podemos melhorar significativamente as taxas de aleitamento materno em todo o mundo e dar às crianças o melhor começo de vida possível.”  

O director-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que em muitos hospitais e comunidades de todo o mundo, o fato de uma criança ser amamentada ou não pode fazer a diferença entre a vida e a morte e em seu desenvolvimento para alcançar seu pleno potencial”.

"Os hospitais não existem apenas para "curar"os doentes. Eles estão lá para promover a vida e garantir que as pessoas possam prosperar e viver suas vidas em todo o seu potencial”, alegou Tedros. 

A nova orientação descreve passos práticos que os países devem adoptar para proteger, promover e apoiar o aleitamento materno em unidades que prestam serviços de maternidade e neonatos/recém-nascidos. Eles fornecem a plataforma imediata do sistema de saúde para ajudar as mães a iniciarem a amamentação na primeira hora após o parto e amamentar exclusivamente pelo menos 6 meses.  

A publicação também orienta como os hospitais podem ter uma política de amamentação escrita, competências das equipes e cuidados pré-natais e pós-parto, entre eles o apoio à amamentação para mães. Também recomenda o uso limitado de substitutos do leite materno, alojamento conjunto, alimentação responsável, educação dos pais sobre  chupetas e apoio para quando as mães e seus bebés receberem alta hospitalar.  

De revistaglamour.

 

Nota 
O início precoce da amamentação, dentro de uma hora após o nascimento, protege o recém-nascido de infecções e reduz a mortalidade neonatal/recém-nascido. Aumenta ainda as chances de uma continuação bem-sucedida da amamentação. O aleitamento materno exclusivo por seis meses traz muitos benefícios para o bebé e a mãe. O principal deles é a protecção contra infecções gastro-intestinais e desnutrição, que são observadas não apenas nos países em desenvolvimento, mas também nos desenvolvidos.  

O leite materno também é uma importante fonte de energia e nutrientes para crianças de seis a 23 meses. É capaz de suprir a metade ou mais das necessidades de energia de uma criança entre seis e 12 meses e um terço das necessidades de energia entre 12 e 24 meses. Também é uma fonte fundamental de energia e nutrientes durante períodos de doença e reduz a mortalidade entre crianças com má nutrição.  

Crianças e adolescentes que foram amamentados quando bebés são menos propensos a apresentarem excesso de peso ou obesidade.  

Existem alguns técnicos de saúde como enfermeiros e médicos, ao receberem comissões de fábricas de produtos de leites artificiais, aconselham amamentar os bebés e crianças pequenas com esses produtos artificiais. Leite artificial jamais pode substituir o leite materno, salvo raríssimas excepções.

 

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Fonte:

Cico Vivo

ONU

UNICEF

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