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As Medicinas Tradicionais

Saúde; Medicinas Alternativas; Medicinas Naturais

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Qui | 08.11.18

Vitamina B17 combate o cancro

Medicinas Alternativas
 

 

A vitamina B17, conhecida também comolaetrile ouamigdalina, é composto por 4 moléculas:

2 açúcares
1 benzaldeído
1 grupo cianeto

Fontes Naturais:
Alfafa, brotos de bambu, broto de feijão, cerejas, maçãs, nozes, pêssego, trigo mourisco/sarraceno.
Nos miolos dos caroços de alperce/damasco, ameixa, cereja, maçã, nectarina, pêssego e na maioria das frutas (miolo).

Depois de muitos anos de pesquisa, o bioquímico Dr. Ernst T. Krebs (Krebs em alemão significa cancro/câncer) isolou em 1950 uma nova vitamina, que apelidou de B17, e ela ficou famosa por ter sido dada como exterminadora de células cancerígenas. Na ocasião, as multinacionais farmacêuticas, incapazes de patentear a descoberta, lançaram uma forte campanha contra a B17, como habitualmente.

A sua descoberta se baseou numa teoria de que o cancro se desenvolve a partir das células trofoblásticas desordenadas/caóticas. Estas células são encontradas no útero humano prenhe e que se multiplicam rapidamente durante as primeiras semanas após a concepção. Em condições normais e saudáveis, as células trofoblásticas são destruídas pela enzima pancreática, a quimiotripsina. Quando escapam dessa destruição, elas conseguem alojar-se no embrião e permanecer nele em estado adormecido, durante décadas, à espera de se desenvolverem num tumor quando o pâncreas entra em disfunção.

O que se sabe hoje em dia (e não é muito, quando comparado com os nossos ancestrais) é que as chamadas substâncias e hábitos cancerígenos, devido aos alimentos contaminados pela indústria agro-tóxica e pelos alimentos industrializados/plastificados, tornam o organismo humano deficiente em vitamina B17, fazendo assim aparecer facilmente o cancro.

Essa substância, altamente concentrada nas sementes de damasco e de outras frutas, era já usada há pelo menos 3.500 anos pela MTC-Medicina Tradicional Chinesa no tratamento de tumores. 

Já se sabe que a amigdalina tem um potencial bastante forte para combater o cancro, especialmente com relação aos cancros secundários. Estudos epidemiológicos, laboratoriais e clínicos apresentam evidências da eficácia da amigdalina. As pesquisas indicam que ela pode aumentar tanto a qualidade de vida como a longevidade do doente de cancro de mama como no de ossos. 

A amigdalina é um dos muitos nitrilósidos, substâncias naturais que contêm cianida e que são encontradas em alimentos, inclusive em todas as sementes da família das prunasinas (alperce ou damasco, ameixa, cereja, maçã e pêssego), milho painço e trigo-sarraceno. A amigdalina se constitui de duas moléculas de açúcar, um benzaldeído e um radical de cianida. No organismo, as duas moléculas de açúcar são separadas no nosso fígado pela enzima betaglucosidase e são substituídas pelo ácido glicurônico. Uma célula cancerígena, possui 3.000 vezes mais Beta–Glucosidase que uma célula normal. O que resulta em uma toxicidade selectiva para as células cancerígenas, uma não toxicidade relativa para as células cancerígenas e uma não toxicidade relativa para as células normais. Uma vez que o ácido glicurônico é separado, o restante do benzaldeído solta espontaneamente a cianida, que é tóxica para as células cancerígenas.

 

Os melhores alperces/damascos do mundo vêm de Hunza, no Paquistão, onde os moradores têm uma boa saúde. A população de Hunza é considerada uma das mais saudáveis do mundo, com uma expectativa de vida de mais de 100 anos, e praticamente sem nenhum histórico de cancro. Seus habitantes mantêm uma boa forma sendo ágeis e ativos, física e mentalmente, e mesmo os mais idosos continuam praticando desporto/esporte, lado a lado, com pessoas bem mais jovens.

A dieta destes paquistaneses consiste, naturalmente, de muitos damascos, sejam eles frescos ou secos. Também utilizam seu óleo para cozinhar e em loções faciais, e costumam comer os caroços, picados ou moídos, misturados com mel. A longevidade e a boa forma da população de Hunza foram atribuídas às altas concentrações de vitamina B17, conhecida como amidalina ou laetrile na sua forma pura, encontradas dentro do caroço do damasco, e que ajudam na prevenção do cancro/câncer.

Os habitantes de Hunza consomem, por dia, entre 50-75mg desta vitamina, e praticamente inexistem ocorrências de doenças do coração, pressão alta e colesterol. As sementes também são ricas em proteínas e gorduras. Outras fontes de amidalina são as amêndoas amargas, as sementes das maçãs, as sementes de uva, o painço (ou milho miúdo), as favas e outras sementes e grãos.

Uma curiosidade é que os Inuit (esquimós da região do Ártico) que ainda mantém uma dieta rica em vitamina B17 (de outras fontes que não o damasco) permanecem intocados pelo cancro, ao passo que aqueles que adoptaram uma alimentação mais ocidentalizada/industrializada/contaminada passaram a apresentar indícios da doença.

Fontes:

zentrum der gesundheit

info.kopp-verlag

prawda.tv

保健茅屋

Plantas Medicinais & Fitoterapia

Cura e Ascensão

Amigos Da Cura

Cura pela Natureza

https://as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt/vitamina-b17-contra-o-cancrocancer-89573 

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